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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Curso básico de redes – parte 4

Este artigo é uma colaboração do leitor Felipe Alencar, do blog Onisciência. Agradecemos! Deseja colaborar também? Envie um e-mail para pauta@guiadopc.com.br.

Os finados rivais do Ethernet

O Ethernet, com seus diversos padrões, hoje domina absoluto no universo das redes locais. Eles são baratos, são rápidos, são flexíveis, é um padrão aberto, atendem às mais diversas necessidades… enfim, eles são tão eficientes que é difícil imaginar que alguma empresa ouse criar um padrão proprietário para competir de frente com o Ethernet. Sim, podemos dizer que a hegemonia no mundo das redes locais pertence aos padrões Ethernet por tempo indeterminado. Mas nem sempre foi assim. Logo nos primórdios, padrões proprietários ameaçavam tirar a Ethernet do mercado. Vocês conhecerão hoje os finados rivais do padrão Ethernet. O ARCNET e o Token Ring.
Leia:




ARCNET

Desenvolvido em 1976 e chegando ao mercado em 1977, o padrão proprietário ARCNET disputava diretamente com os padrões 10BASE-5 e 10BASE-2 do Ethernet. Suas principais vantagens em relação ao seu rival foi o custo, que no início era relativamente mais baixo e seu alcance. Os cabos coaxiais RG62/U, usados pelo ARCNET, podiam ser usados a até 610 metros, enquanto que os usados no padrão 10BASE-5 chegavam no máximo a 500 metros. Além disso, tinha toda a questão da praticidade, já que como vimos anteriormente, o 10BASE-5 era chato de se trabalhar e nada prático. Devido a isso, o ARCNET conseguiu se tornar mais popular que o Ethernet.
Não obstante, ele também tinha os seus problemas. A taxa de transmissão era muito baixa, de apenas 2.5 megabits. Até mesmo o protótipo do Ethernet transmitia mais rápido, a 2.94 megabits! Além disso, por ser um padrão proprietário, a quantidade de fabricantes produzindo placas ARCNET era limitado e os preços não caiam na mesma velocidade que das placas Ethernet.
Ao perceberem que o padrão aberto estava sendo mais aceito e adotado, eles posteriormente abriram o padrão e originou o ANSI ARCNET 878.1, o que trouxe mais opções de cabeamento, inclusive cabos de par trançado, e mais fabricantes produzindo as placas. Além disso, eles aumentaram a taxa de transmissão para 20 megabits em 1999, com o ARCNET Plus, mas já era tarde demais, as placas Ethernet já estavam bastante acessíveis, o padrão já era mais flexível com o uso de cabos de par trançado e a taxa de transmissão era de 100 megabits desde 1995. Assim, o ARCNET não resistiu e acabou perecendo.

Token Ring


O Token Ring surgiu um pouco depois, em meados dos anos 1980, e foi desenvolvido pela gigante IBM. Ela chegou a investir maciçamente no padrão, levando-o ao topo no âmbito corporativo! Ele já utilizava cabos de par trançado e a ligação entre as estações era feita através de um hub, chamado de MAU (Media Access Unit) ou ainda de MSAU (Multistation Access Unit). Cada MAU possui tipicamente 10 portas, sendo que 08 eram para a ligação com as estações e as outras 02 para serem usadas com outros MAUs.

http://www.guiadopc.com.br/artigos/15872/curso-basico-de-redes-parte-4.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+guiadopc+%28Guia+do+PC%29

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Profissional reciclado é um profissional contratado

Um profissional capacitado tem que estar comprometido com seu crescimento. Nem sempre é fácil desenvolver idéias e aprender ainda é o passo certo para aqueles que estão tentando sair da rotina.

Publicado em: 29 de setembro de 2010
Leituras: 194
Canal: Gerência
Autor: Daniela Maimone
Luzes, câmeras e ação!

Partindo do princípio que o profissional de publicidade e propaganda precisa ser ousado e inovador, é mais que um dever manter-se atualizado, sem dúvida uma obrigação.
O cenário hoje é muito mais intenso e cauteloso no que diz respeito a contratar profissionais competentes e arrojados, de forma que as possibilidades existem para aqueles que apostam em cursos, workshops e oficinas criativas.
Um investimento seguro é aquele que tem como base bons profissionais envolvidos, uma instituição idônea e acima de tudo um grande número de participantes interessados. Lembrando ainda que a qualidade deve ser superior a quantidade.
Somatizar interesse é a solução de maior retorno para uma carreira de sucesso. Lembre-se: ou você entra em um contexto, ou acabará perdido em seu próprio ciclo de dúvidas.
Talvez em um primeiro momento você se sinta confuso com tantas opções, perdido diante de novas possibilidades e em saber como colocar tudo isso em pratica, mas é um investimento a longo prazo, de forma que quanto mais preparado e motivado estiver, melhor.
As vezes Empreender vai além de diversificar, é preciso saber argumentar e formar opiniões coerentes. E para argumentar com contexto é preciso ter bases seguras.
Somos cidadãos do mundo, um mundo lotado, mas carente de profissionais antenados e dispostos a aprender e derrubar paradigmas.
Estamos cercados de exemplos e fórmulas incríveis de perseverança. É hora de enxergar lá na frente e parar de puxar o freio de mão. E o fundamental: Cautela não é sinônimo de medo.
Para descobrir isso, você precisa de verdade compreender que o mundo esta cheio de ilusionistas frustrados que ainda sonham obter suas glórias e estes, capazes de tudo, atropelam quaisquer sinais de competição alheia. Ou seja meu amigo, o mundo é dos leões e não dos gatinhos inocentes.
Arme-se e esteja ao lado dos que fazem o mundo girar, pois com tantas opções dadas, sair da zona de conforto será seu alvo daqui por diante.
Não espere sua campainha tocar. Certamente a época de ouro do "Avon chama" perdeu seu foco faz tempo.
Talvez as melhores idéias brotem da necessidade, e se ela faz-se presente em sua vida, preste mais atenção aos sinais de urgência a partir de agora. Unidos a um objetivo, teremos então uma boa dose de vantagem, pois quem sabe o que quer sabe onde quer chegar.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Como funcionam os projetos open source


Introdução



Você pode nunca ter lido uma licença de software durante a instalação, ou nunca ter alterado o código fonte de um programa para que ele funcionasse à sua maneira, mas pode ter certeza: você já usou softwares open source!
Dizer que um software é open source (código aberto) significa dizer que o seu código fonte está disponível para o usuário. Isso quer dizer que o usuário poder ler o código do programa. Há projetos que, dependendo da licença usada, também permitem a alteração do código fonte, com algumas ou nenhuma restrição.
Se o software não faz algo que poderia fazer, qualquer pessoa com conhecimento em programação poderia incrementá-lo inserindo novas funcionalidades. Com isso, esse tipo de software tende a evoluir muito mais rápido que os softwares proprietários, que dependem de recursos financeiros e de decisões comerciais para ter ou não alguma funcionalidade que os usuários queiram.
Para os projetos open source que permitem a alteração do código fonte, o desenvolvimento quase sempre é feito de forma colaborativa, em que programadores e outras pessoas ajudam com o crescimento do software e do projeto, seja inserindo novas funcionalidades, eliminando erros (bugs) ou até escrevendo documentação como manuais de uso e guias de instalação.
Projetos de software open source podem nascer de duas formas:
1.Quando há necessidade que ele exista e há programadores ou empresas dispostos a criá-lo (caso do Linux), ou
2.Quando empresas resolvem abrir o código fonte de algum produto comercial que ela já desenvolvia de forma proprietária (caso do Netscape).
Embora a maioria dos usuários normais desconheça o funcionamento de um projeto open source, seus resultados estão disponíveis a todos e são usados a todo tempo em toda parte. O seu provedor de internet provavelmente utiliza software open source para lidar com as conexões de rede e grande parte dos sites que você acessa é desenvolvida com tecnologia open source, de forma colaborativa.
Neste artigo vamos descrever as vantagens do software open source, suas vantagens técnicas e culturais, suas licenças e o que você pode ou não fazer. Vamos destrinchar como funciona o desenvolvimento colaborativo, o que os programadores usam, como se comunicam e como recebem por isso

PRÓXIMA > http://informatica.hsw.uol.com.br/projetos-open-source1.htm

sábado, 18 de setembro de 2010

Curso básico de redes – parte 3

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Padrões Ethernet

Em tudo na vida é preciso um determinado grau de organização, uma padronização para que tudo flua normalmente. Isso é especialmente verdade e imprescindível no que tange à tecnologia, que não vive sem padrões. E com as redes não poderia ser diferente! Existe uma diversidade de padrões que regulam e definem em detalhes como os dados são organizados e então transmitidos.
Leia:
Curso básico de redes – parte 1


O órgão responsável por desenvolver tais padrões é o IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers), que além dos padrões de rede, desenvolve inúmeros outros, dedicados a comunicação, eletricidade e tecnologia como um todo. O IEEE é dividido em grupos de trabalho. O grupo responsável pelos padrões de rede é nomeado de IEEE 802 LAN/MAN Standards Committee, e este grupo, por sua vez, é subdivido em grupos de trabalho menores que recebem números sequenciais. Dentre estes, os mais importantes são o: 802.3; 802.11; 802.15.1; 802.16. Vamos conhecê-los brevemente:

•802.3: é o responsável por padronizar as redes Ethernet cabeadas, além de desenvolver os algoritmos para detecção de colisões, correção de erros e “otras cositas mas”. Existem diversos padrões. Já citamos os 10BASE-5, 10BASE-2, que utilizam cabos coaxiais, mas há também o 10BASE-T, que é o padrão para cabos de par trançado; o 100BASE-T e o 1000BASE-T para as redes de 100 e 1000 megabits. Sem falar nos padrões envolvendo os cabos de fibra óptica. Enfim, o grupo 802.3 é o responsável por aumentar o número de fios atrás de nossas mesas!

•802.11: pode ser que a maioria já o conheça. Este grupo desenvolve padrões para as redes wireless. Dentre eles, destacarei os: 802.11b; 802.11a; 802.11g; 802.11i e o 802.11n. O 802.11b trabalha a apenas 11 megabits e numa frequência de 2.4 GHz. O 802.11a, que surgiu depois do “b”, já é mais rápido, trabalhando a 54 megabits e dentro de uma frequência mais alta, de 5 GHz. Devido a isso, o seu raio de alcance é menor, mas em compensação, é mais resistente a interferências. O 802.11g uniu o melhor dos dois mundos, operando a 54 megabits e na faixa de frequência de 2.4 GHz, mantendo o alcance inicial e a compatibilidade com o padrão 802.11b. Mas agora temos o 802.11n, que opera a até 300 megabits e permite escolher a frequência em que ele irá trabalhar, tanto 2.4 GHz como 5 GHz.

Já o 802.11i tem que ver com outra atribuição tão ou até mais importante que as demais. Ele dita os padrões de segurança das redes wireless. Como qualquer um pode interceptar o sinal emitido pelas redes sem fio, a única forma de proteger os dados que trafegam por elas é encriptando-os. É aí que entra o padrão de encriptação WPA e WPA2, trazidos pelo 802.11i.
•802.15.1: Esse grupo é responsável pelo nosso velho conhecido Bluetooth, que também é considerado uma forma de rede sem fio, porém de menor porte e alcance. A grande vantagem dele é consumir pouca energia, podendo ser usado em dispositivos portáteis, tais como celulares.

•802.16: Ele também é um padrão de rede wireless, tal como o 802.11, porém com uma diferença: ele regula redes de longas distâncias, enquanto o anterior apenas no âmbito doméstico. Sabe as atuais redes 3G? Pois é, são regidas por esse padrão. E provavelmente essas redes sejam substituídas pelo padrão WiMAX, um forte candidato a desbancar as redes 3G e fornecer acesso à web nas grande cidades.

Bom, caso vocês queiram ler os textos técnicos da própria IEEE, basta acessar este link. Embora o Ethernet seja o padrão dominante hoje em dia, sem praticamente nenhum concorrente, no passado não foi assim.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Curso básico de redes – parte 2

Este artigo é uma colaboração do leitor Felipe Alencar, do blog Onisciência. Agradecemos! Deseja colaborar também? Envie um e-mail para pauta@guiadopc.com.br.

A evolução do cabeamento

Praticamente tudo na informática passou por um processo evolutivo relativamente longo, abrangendo algumas décadas. Com as redes não foi diferente. Vimos isso no post anterior, que mostrou brevemente a história das redes de computadores. Após a implementação bem sucedida da ARPANET e do padrão Ethernet para transmissão de dados numa rede local, o próximo passo seria melhorá-los, naturalmente.
Do padrão Ethernet original usado no PARC que transmitia a apenas 2.94 megabits, surgiu o padrão de 10 megabits. Que posteriormente foi substituído pelo padrão de 100 megabits, chamado de Fast Ethernet e pelo de 1000 megabits, o Gigabit Ethernet, mais comumente usados hoje em dia. E como dizia Cazuza, “o tempo não para”, e ele realmente não parou e já temos o padrão 10 Gigabit ou carinhosamente chamado de 10G, que transmite a 10.000 megabits por segundo! Enfim, uma evolução natural que também exigiu o aperfeiçoamento do cabeamento usado nas redes ao longo do tempo.
Dos cabos coaxiais aos de fibra óptica, farei uma rápida passagem pela linha do tempo nos cabeamentos de rede. Tudo começou com aquele primeiro padrão a ser usado em larga escala, o de 10 megabits, também chamados de 10BASE-5. Ele usava um único cabo coaxial grosso e pouco flexível, chamado de thicknet, que interligava todas as estações de trabalho. Esse cabo era ligado num transceptor que ainda possuía um conector AUI de 15 pinos, interligando o transceptor à placa de rede.
Pois é, assim vocês já podem imaginar o incômodo que era essas redes. Não eram nada práticas! Assim, foi desenvolvido o padrão 10BASE-2, que ficou conhecido como thinnet. Era chamado assim por que o fio usado era mais fino que no padrão anterior, por isso thin, que significa “fino”, diferindo do thick, que significa “grosso”. E já que estou falando de nomenclaturas, vou explicar o porquê do 10BASE-5 e 10BASE-2. Esse nome é, na verdade, a junção de três informações: o 10 diz respeito à taxa de transmissão, 10 megabits; o BASE é a abreviação de baseband modulation, indicando que o sinal já era transmitido de forma digital, sem a necessidade do uso de modems, como o sistema telefônico e, por fim, o número no final indica a distância máxima alcançada pelo sinal. No caso de 10BASE-5, o alcance máximo do cabo é de 500 metros, enquanto que no 10BASE-2 o cabo transmite o sinal a até 185 metros, é que eles arredondaram. Com as nomenclaturas devidamente explicadas, continuemos…
As redes thinnet, configurando o padrão 10BASE-2, apesar de terem um alcance menor, eram mais práticas e, portanto, mais fáceis de trabalhar. Além de serem mais baratas. O seu cabo mais fino, o RG58/U era mais flexível e aquele transceptor gigante das redes 10BASE-5 foi miniatuarizado e movido para dentro da placa de rede. As estações de trabalho eram interligadas umas as outras através dos cabos conectados em forma de “T”.

Esse terminador (terminator) que você vê na segunda imagem, era usado nas extremidades da rede, para que o sinal não voltasse em forma de interferência. Apesar de mais prática e mais barata, as redes 10BASE-2 ainda eram muito suscetíveis a falhas, como, por exemplo, se um cabo fosse desconectado ou rompesse, toda a rede saia do ar, e como não havia LEDs indicadores de conexão, era muito trabalhoso identificar onde estava o problema na rede.
A evolução continuou e logo vieram os padrões de 100 e 1000 megabits, que ao invés de cabos coaxiais, utilizavam cabos de par trançado. Estes, ainda mais finos, ainda mais flexíveis, ainda mais baratos e têm um alcance ainda mais curto! De apenas 100 metros. Existem várias categorias deles e todos possuem um uso específico. A principal vantagem deles em relação aos cabos coaxiais é o suporte de maiores velocidades, inclusive ao novíssimo padrão de 10 Gigabits!
A evolução natural deles são os cabos de fibra óptica, que como vocês já podem imaginar, são ainda mais finos, ainda mais flexíveis, suportam velocidades ainda mais altas e não, não têm um alcance menor. Eles podem transmitir a até 2 Km! E usando-se repetidores de sinal, a distância se torna ilimitada. Seu custo ainda é alto, o que, na minha opinião, é o fator principal deles não terem se popularizado ainda. Os cabos de fibra óptica são mais usados na criação de backbones que interligam os principais roteadores da internet.
Por que não falar também das redes wireless e seus primórdios? Apesar delas não usarem cabos, elas se valem de um meio de transmissão comum, o ar. E elas também passaram por uma evolução e aperfeiçoamento. Acredito que assim como eu, vossas senhorias ficarão impressionados com a origem desta modalidade de acesso à grande rede.
A primeira rede wireless, acredite se quiser, foi montada em 1970! Exatamente! Quase que concomitantemente com a primeira rede cabeada! Ela foi feita pela ALOHAnet e interligava computadores no campus da Universidade do Havaí, que se encontravam em ilhas diferentes. Usando tecnologia de rádio amador, os sinais eram mandados para um transmissor central que retransmitia a mensagem aos demais computadores conectados.

Até a história do engenheiro que desenvolveu a primeira rede wireless é curiosa. O nome dele é Norm Abramson e ele ensinava engenharia na faculdade de Stanford. Só que o cara curtia muito o surf, e ligou para a Universidade do Havaí perguntando se eles não estavam precisando de um professor de engenharia por lá… Em 1969 ele se muda e em 1970 funda a ALOHAnet, interligando os computadores entre as ilhas, e em 1971 recebe um terminal IMP para conectar sua rede wireless a recém-fundada ARPANET! Virei fã desse cara!
Hoje, 40 anos depois da ALOHAnet, as redes wireless já conseguem transmitir (teoricamente) a até 300 megabits, com o padrão 802.11n e estão cada dia mais populares!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Excelente ferramenta para tradução em tempo real

VOCÊ VAI ESCREVENDO A PALAVRA, OU MELHOR, FRASES INTEIRAS EM QUALQUER IDIOMA, E A TRADUÇÃO VAI APARECENDO AO LADO AUTOMATICAMENTE!!!



AGORA VOCÊ TENDO UM NOTEBOOK NA MÃO VOCÊ PODE VIAJAR PARA QUALQUER PAÍS, E FALAR QUALQUER LINGUA.

ESPERO QUE APROVEITEM...

http://tradukka.com/

Curso básico de redes – parte 1

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Introdução

Hoje existem dois mundos. O mundo real. E o mundo virtual. Não sei se real é a denominação correta que posso dar ao primeiro, talvez físico seja mais adequado, mas o fato é que esses dois mundos existem e estão cada dia mais interligados! Sei que esse papo é meio filosófico e nos remete a Matrix (que já está fora de moda, o lance agora é A Origem), mas a Internet está cada vez mais presente na vida das pessoas. Muitos não sabem ou não conseguem mais viver sem ela!
Mas enquanto muitos batem papo, namoram, fazem putaria, roubam, pirateiam, aprendem (ou se alienam, em alguns casos), poucos sabem como tudo isso é realmente possível. Como que é possível eu baixar músicas que estão em discos rígidos situados em locais que eu não faço a menor idéia de onde estejam!? Como que eu posso imprimir numa impressora que está noutro cômodo!? As possibilidades são praticamente infinitas, mas todas elas existem graças à Internet e às redes! No mundo virtual atendo por O Onisciente, no mundo real me chamo Felipe Alencar e estudo essa nóia toda, dentre outras coisas, e pretendo compartilhar com vocês, do Guia do PC, o pouco conhecimento sobre redes que eu tenho.
A partir deste post, inicio uma série, ou um curso, como queiram chamar, sobre esse fascinante mundo de possibilidades praticamente infinitas! E pretendo abordar o tema de uma forma não tão profunda, técnica demais, que se torne chato, mas também não tão básica, que se torne por demasiada simplória. Bom, espero que eu não me empolgue e acerte na dose. Vamos começar com um pouco de história.

Um pouco de história

Levando em conta o conceito de redes, a saber, interligar dois dispositivos de forma que eles possam compartilhar informações e serviços, podemos afirmar que as redes de computadores existem há muito tempo, antes mesmo do ENIAC até. Mas as redes como as conhecemos hoje, com seus padrões e diferentes tipos de cabeamento, começaram a tomar forma ainda durante a década de 60, mais especificamente em 1969. Nesse ano surgia a ARPANET (ARPA Network), inicialmente com apenas quatro nós, denominados de SRI, UCLA, UCSB e UTAH, situados respectivamente em Stanford, na Universidade da Califórnia, na Universidade de Santa Bárbara e na Universidade de Utah e transmitiam a 50 kbps, o que era uma velocidade impressionante para links de longa distância na época.
Esta rede era apenas para fins de teste. No entanto, ela foi tão bem implementada e funcionava de maneira tão satisfatória e segura que em apenas quatro anos, em setembro de 1973, ela já interligava trinta instituições, de universidades a empresas e órgãos militares! Abaixo vemos um mapa lógico da rede nesse período:

Ainda nesse ano, 1973, era desenvolvida, pela Xerox, uma importante tecnologia de interconexão para redes locais que futuramente iria se unir a ARPANET. Estou falando da Ethernet, cuja primeira transmissão bem sucedida foi feita nesse mesmo ano. Falarei mais sobre ele daqui a pouco.
No ano seguinte, 1974, foi dado origem a dois protocolos importantíssimos! O TCP e o IP, que juntos, se tornaram os protocolos padrão para uso na ARPANET e, posteriormente, na Internet, estando em vigor até hoje.
Essa rede possibilitou a vários pesquisadores e técnicos a fantástica oportunidade de compartilharem informações e conhecimento, tendo como resultado o desenvolvimento de tecnologias que usamos até hoje, tais como o e-mail e o FTP, só para citar algumas.
A rede aumentou de maneira tal, que já estava se tornando difícil manter e distribuir a lista dos hosts conectados a ela, de modo que na década de 1980 foi criado o DNS (Domain Name System), com o intuito de dar nomes mais “amigáveis” aos hosts conectados na rede. Tal sistema, que só pra constar, faz parte da pilha de protocolos TCP/IP, continua a ser usado até hoje!
Como já mencionei, a tecnologia de interconexão para redes locais Ethernet estava sendo desenvolvido pela Xerox. A primeira transmissão ocorreu a 2.94 megabits por segundo. Mas logo essa velocidade aumentou e surgiram as redes de 10 megabits, que foram usadas em larga escala. A partir de então, elas não pararam de evoluir.
Originalmente, os projetos ARPANET e Ethernet eram duas coisas distintas. O primeiro interligava servidores entre universidades e o segundo interligava computadores numa rede local. Logo se percebeu que numa rede local todos os computadores poderiam compartilhar a conexão e acessar a internet. Assim, progressivamente, esses dois projetos foram se unindo e tornaram-se o que são hoje: praticamente uma coisa só! É extremamente difícil encontrar um uso para um computador desconectado da grande rede e é mais difícil ainda se deparar com uma rede local onde pelo menos um computador não seja o servidor de internet… enfim, a ARPANET, hoje Internet e a Ethernet caminham juntas, de mãos dadas.

Esta foi uma breve história sobre o surgimento das redes, espero que tenham gostado e até o próximo post!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Criar Pendrive Bootavel apartir de CD de Boot

Nós que trabalhamos com informática não sabemos quando uma ferramenta será útil ou não, mas uma coisa é certa; algum dia será útil! É o caso do FlashBoot, um utilitário que permite gerar um pendrive b...

Publicado em: 10 de setembro de 2010
Leituras: 320
Canal: Hardware
Autor: Marciano Dias
 
Neste tutorial ensinarei passo a passo como criar um pendrive bootavel apartir de um CD de boot. Para isso utilizaremos o Shareware FlashBoot.

Vamos ao tutorial
Você pode adquirir a versão demo do programa Flashboot aqui.

Instale o programa em seguida execute-o.
http://www.oficinadanet.com.br/artigo/hardware/criar_pendrive_bootavel_apartir_de_cd_de_boot?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+oficinadanet_rss+%28Oficina+da+Net+-+Feed%29

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Instale todos os seus freeware favoritos de uma vez só

Rick Broida, da PCWorld EUA

08-09-2010

Ninite automatiza a tediosa tarefa de reinstalar aplicativos em um novo PC
Esteja você migrando do Windows XP para o Windows 7 ou comprando um novo PC, terá de enfrentar a mesma tarefa tediosa: reinstalar todos os seus aplicativos.
Isto significa lidar com pilhas de CDs e/ou baixar programas de vários sites, e instalar um de cada vez. Não sei quanto a você, mas eu consigo pensar em formas melhores para gastar várias horas do meu dia.
Mas o Ninite (http://www.ninite.com/, gratuito) resolve o problema: ele é um serviço que cria um instalador personalizado, que vai colocar de uma vez só em seu computador todos os programas freeware e open-source que você quiser. Escolha entre as dezenas de títulos disponíveis - do anti-vírus AVG Free ao Dropbox, OpenOffice e uTorrent - e deixe o programinha fazer o tabalho pesado.


Depois de iniciar o instalador, basta relaxar. O Ninite automatiza todo o processo, o que significa que você sequer terá de ficar clicando “Next” um monte de vezes. Melhor ainda: o programa escolhe automaticamente a versão mais recomendada (32 ou 64-Bit) dos aplicativos para o seu computador, e impede a instalação de quaisquer toolbars ou “brindes” indesejados que os fabricantes de software costumam tentar empurrar.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Baixe agora: Firefox 4 beta 5

Posted: 07 Sep 2010 02:33 PM PDT


Enquanto no Brasil é comemorado o feriado de independência do país, a Mozilla liberou a quinta versão de testes do Firefox 4 para download. Dentre as mudanças em relação ao beta 4, estão: aceleração por hardware habilitada por padrão e novo desenho do menu “Firefox” para usuários dos Windows Vista e Sete. Download disponível em português do Brasil, para Windows, Mac OS X, e Linux. Quem já está usando a versão beta, pode se atualizar pelo próprio programa, no menu Ajuda, Verificar por atualizações. A versão final, se tudo correr como planejado, deve ser lançada até o final do ano. Via Neowin.

http://www.guiadopc.com.br/