Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Windows 7 Family Pack no Brasil

Disponível por tempo limitado nos Estados Unidos e alguns outros mercados durante o lançamento do Windows 7, o Family Pack retorna as prateleiras esse mês em comemoração ao primeiro aniversário do sistema operacional. E dessa vez chegando as lojas de muitos outros países, incluindo Brasil e Portugal. O anúncio foi feito por Ashley Brown, no Windows Blog.



Para quem já esqueceu, o Family Pack é uma nova opção de licenciamento do Windows. Ele permite upgrade para a edição Home Premium do Sete em até três computadores de uma mesma residência por um preço diferenciado e muito mais em conta.

Nos EUA o Family Pack sai por U$ 149,99 – economia de U$ 200. Os americanos já podem adquirir a edição limitada do Windows 7 na Microsoft Store e lojas físicas desde ontem (domingo, 3), enquanto que os brasileiros e residentes de outros 46 países poderão comprar o Family Pack a partir do dia 22 de outubro. O preço que será praticado por aqui não foi revelado.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O que é Tecnologia da Informação (TI)?

Introdução

Em seu início, a computação era tida como um mecanismo que tornava possível automatizar determinadas tarefas em grandes empresas e nos meios governamentais. Com o avanço tecnológico, as "máquinas gigantes" começaram a perder espaço para equipamentos cada vez menores e mais poderosos. A evolução das telecomunicações permitiu que, aos poucos, os computadores passassem a se comunicar, mesmo estando em lugares muito distantes geograficamente. Como conseqüência, tais máquinas deixaram de simplesmente automatizar tarefas e passaram a lidar com Informação.

Informação

A informação é um patrimônio, é algo de valor. Não se trata de um monte de bytes aglomerados, mas sim de um conjunto de dados classificados e organizados de forma que uma pessoa ou uma empresa possa tirar proveito. A informação é inclusive um fator que pode determinar a sobrevivência ou a descontinuidade das atividades de um negócio. E isso não é difícil de ser entendido. Basta imaginar o que aconteceria se uma instituição financeira perdesse todas as informações de seus clientes...
Apesar de possível, muito dificilmente uma empresa de grande porte consegue perder suas informações, principalmente quando se fala de bancos, cadeias de lojas, entre outros. No entanto, o que ocorre com mais freqüência é o uso inadequado das informações adquiridas ou, ainda, a sub-utilização destas. É nesse ponto que a Tecnologia da Informação pode ajudar.

Tecnologida da Informação

A Tecnologia da Informação (TI) pode ser definida como um conjunto de todas as atividades e soluções providas por recursos de computação. Na verdade, as aplicações para TI são tantas - estão ligadas às mais diversas áreas - que existem várias definições e nenhuma consegue determiná-la por completo.
Sendo a informação um bem que agrega valor a uma empresa ou a um indivíduo, é necessário fazer uso de recursos de TI de maneira apropriada, ou seja, é preciso utilizar ferramentas, sistemas ou outros meios que façam das informações um diferencial competitivo. Além disso, é necessário buscar soluções que tragam bons resultados, mas que tenham o menor custo possível. A questão é que não existe "fórmula mágica" para determinar como utilizar da melhor maneira as informações. Tudo depende da cultura, do mercado, do segmento e de outros aspectos relacionados ao negócio ou à atividade. As escolhas precisam ser bem feitas. Do contrário, gastos desnecessários ou, ainda, perda de desempenho e competitividade podem ocorrer.
Tome como base o seguinte exemplo: se uma empresa renova seu parque de computadores comprando máquinas com processadores velozes, muita memória e placa de vídeo 3D para funcionários que apenas precisam utilizar a internet, trabalhar com pacotes de escritório ou acessar a rede, a companhia fez gastos desnecessários. Comprar máquinas de boa qualidade não significa comprar as mais caras, mas aquelas que possuem os recursos necessários. Por outro lado, imagine que uma empresa comprou computadores com vídeo integrado à placa-mãe (onboard) e monitor de 15" para profissionais que trabalham com Autocad. Para esses funcionários, o correto seria fornecer computadores que suportassem aplicações pesadas e um monitor de, pelo menos, 17". Máquinas mais baratas certamente conseguiriam rodar o programa Autocad, porém com lentidão, e o monitor com área de visão menor daria mais trabalho aos profissionais. Neste caso, percebe-se que a aquisição das máquinas reflete diretamente no desempenho dos funcionários. Por isso, é preciso saber quais as necessidades de cada setor, de cada departamento, de cada usuário.
Veja este outro exemplo: uma empresa com 50 funcionários, cada um com um PC, adquiriu um servidor de rede que suporta 500 usuários conectados ao mesmo tempo. Se a empresa não tem expectativa de aumentar seu quadro de funcionários, comprar um servidor deste porte é o mesmo que comprar um ônibus para uma família de 5 pessoas. Mas o problema não é apenas este. Se este servidor, por alguma razão, parar de funcionar, a rede ficará indisponível e certamente atrapalhará as atividades da empresa. Além disso, se a rede não estiver devidamente protegida, dados sigilosos poderão ser acessados externamente ou mesmo um ataque pode ocorrer.

.: Livros sugeridos :.
:: Administração da Tecnologia da Informação
:: Perspectivas Da Tecnologia Da Informação
:: Governança de TI: Tecnologia da Informação

Com os exemplos citados anteriormente, é possível ver o quanto é complicado generalizar o que é TI. Há ainda vários outros aspectos a serem considerados que não foram citados. Por exemplo, a empresa deve saber lidar também com segurança, com disponibilidade, com o uso de sistemas (eles realmente devem fazer o que foi proposto), com tecnologias (qual é a melhor para determinada finalidade), com recursos humanos qualificados, enfim.
A TI é algo cada vez mais comum no dia-a-dia das pessoas e das empresas. Tudo gira em torno da informação. Portanto, quem souber reconhecer a importância disso, certamente se tornará um profissional com qualificação para as necessidades do mercado. Da mesma forma, a empresa que melhor conseguir lidar com a informação, certamente terá vantagens competitivas em relação aos concorrentes.

Emerson Alecrim, em 15/08/2004. Atualizado em 27/08/2008.

domingo, 3 de outubro de 2010

CEO do Google prevê os próximos passos da tecnologia

De acordo com Eric Schmidt, o computador e o cérebro humano irão trabalhar por troca equivalente, onde um ajuda o outro naquilo que cada um não é tão bom.

Você é capaz de pensar em qual é o próximo passo a ser dado pela tecnologia? O CEO do Google, Eric Schmidt, diz que o objetivo a seguir é o mesmo de sempre: aumentar a capacidade humana de lidar com informações que o próprio cérebro humano não é capaz de acompanhar.


De acordo com o CEO, será uma troca equivalente, onde os computadores terão de lidar com coisas que os humanos não são bons e vice-versa. E, ainda segundo Schmidt, há um bom número de coisas que os humanos não são bons - incluindo dirigir.
Neste ponto, Schmidt afirma que os computadores deveriam ser os únicos a dirigirem carros e, quanto a isso, o CEO disse que parece um bug os carros terem sido inventados antes dos computadores.
Com essas previsões, o Google vem oferecendo ferramentas para facilitar o cotidiano do usuário, como é o caso do Google Maps e o recente Instant Google que, segundo ele, dá parte de seu tempo de volta quando fornece resultados de pesquisa em tempo real.
O próximo passo para ajudar o cérebro humano no armazenamento de dados é a indexação de quase todo o resto de informação do usuário - incluindo email e outros dados que geralmente as pessoas guardam a sete chaves. Para acessar essas informações, "o Google ainda vai te pedir permissão umas 500 vezes" até conhecer uma maneira fácil de acessar a grande quantidade de informação que o cérebro humano geralmente não consegue acompanhar.


sábado, 2 de outubro de 2010

Patriot Lança Novos Gabinetes Para Discos Rígidos/SSDs

Autor: Cássio Lima Data: 29 de Setembro de 2010 - 10:59 H

Categoria: Armazenamento
Mais Informações: http://www.patriotmemory.com/products/groupdetailp.jsp?prodgro...

A Patriot acaba de lançar dois novos gabinetes para discos rígidos e unidades SSD, o Convoy 425S e o Convoy 425XL. Ambos são feitos em alumínio, possuem duas ventoinhas de 40 mm, ocupam uma baia de 5 ¼” nogabinete  do micro e suportam a instalação de até quatro discos rígidos ou unidades SSD de 2 ½”. O modelo Convoy 425XL também suporta RAID (0,1,3,5,10 e JBOD).Informações sobre preço não foram divulgadas.

Versão final do Windows Live 2011 está disponível para download

Atualização traz correção de alguns bugs, como o problema de aparecer offline para os contatos quando na verdade o usuário está online.
A Microsoft liberou para download nesta quinta-feira (30/09) a versão final do Windows Live 2011.
As novidades incluem nova versão para o Messenger, Galeria de Fotos, Writer (para fazer publicações em blogs), Mail e Proteção para a Família. Além disso, alguns bugs foram corrigidos, como o problema de aparecer offline para os contatos quando o usuário estava online.
É possível escolher quais aplicativos da suíte Windows Live serão instalados no seu computador.
O download pode ser feito através da página oficial do serviço. Por padrão, o aplicativo está disponível em inglês para download. No entanto, basta alterar a linguagem para o português antes de baixar o arquivo.
A suíte possui suporte somente aos sistemas Windows Vista e Seven.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Brasil cresce 7% no mercado de TI em 2010

O mercado mundial de TI deve movimentar em 2010 mais de US$ 1 trilhão e 500 bilhões, número que aponta um crescimento de 5,8% em relação a 2009. Somente o mercado de infraestrutura deve atingir a marc...

Publicado em: 30 de setembro de 2010 | Leituras: 341  | Fonte: B2B Magazine


O mercado mundial de TI deve movimentar em 2010 mais de US$ 1 trilhão e 500 bilhões, número que aponta um crescimento de 5,8% em relação a 2009. Somente o mercado de infraestrutura deve atingir a marca de US$ 773 bilhões, ou seja, 2,7% a mais do que o faturado no ano anterior. Ainda neste cenário, o Brasil detém 1,8% do mercado mundial e deve crescer 7% em 2010. Estes dados foram apresentados pela IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, consultoria e eventos para as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, durante o IDC Brazil Infrastructure, Storage & Virtualization Conference 2010, realizado na semana passada, em São Paulo.  
 “Países mais maduros em aquisição de tecnologia como Estados Unidos e Japão irão apresentar taxas de crescimento menores do que as apresentadas por países emergentes. Dentro deste cenário, o Brasil ainda deve ter números medianos quando comparados às de Rússia e Índia”, declara Alexandre Vargas, analista do mercado de infraestrutura da IDC Brasil.
Dentro do mercado brasileiro de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, os gastos devem ser de R$ 32 bilhões e R$ 64 bilhões, respectivamente em 2010. “Os maiores impulsionadores de tecnologia serão os dispositivos móveis, com um crescimento de 24,7% nos próximos anos, e os PCs, com um aumento de 8,6%. Os mercados de servidores e storage juntos correspondem a apenas 1,5% deste total”, completa Alexandre.
Para 2011 as prioridades da área de TI de médias e grandes empresas estão relacionadas à implantação e melhorias na área de governança, afinal muitas organizações já adquiriram uma infraestrutura e agora começaram a notar que é preciso crescer de maneira ordenada.   Nos últimos anos, as empresas focaram em consolidação e virtualização. Agora, as questões de automação e provisionamento estarão na pauta dos gestores de infraestrutura. Para Vargas, quem trabalha em infraestrutura e não tem conhecimento de virtualização, precisa se preocupar. “A implementação de soluções baseadas em Cloud Computing é importante para todas as organizações e já é uma realidade. Chegou a hora de avaliar quais ambientes e aplicações já podem ser migradas para a nuvem e, para isso, é necessária a ajuda de um fornecedor especializado”.
Para Reinaldo Roveri, gerente de pesquisa da IDC, Cloud Computing não é mais um hipe de mercado. “Hoje, 40,3% das 330 médias e grandes empresas entrevistadas pela IDC para um estudo sobre Computação nas Nuvens, estudam o assunto. Poucas ainda têm plano de investimento, mas esse cenário deve mudar em breve. Recomendamos que elas fiquem atentas à explosão dos aplicativos e às políticas de segurança”.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

10 invenções desconhecidas de Thomas Edison


Sem dúvida, nossas vidas seriam muito diferentes sem as invenções de Thomas Alva Edison. Este criador prodigioso mudou nossa cultura de formas incontáveis com dispositivos aparentemente milagrosos que inundavam seu laboratório em Nova Jersey. 
Nascido em Ohio em 1847, Edison obteve sua primeira patente aos 22 anos de idade. A última patente em seu nome foi concedida dois anos depois de sua morte, em 1933. Entre ambas, ele contabilizou 1.093 patentes nos EUA e 1.200 patentes em outros países. Biógrafos calcularam que Edison conseguiu uma patente a cada duas semanas durante sua vida de trabalho. Mesmo muitas de suas invenções não sendo exclusivas - e ele engajou em algumas batalhas judiciais bem divulgadas com outros inventores cujas ideias ele "emprestou" -, a habilidade de Edison para o marketing e o uso de sua influência geralmente davam o crédito a ele.
A maioria das invenções de Edison caíam em oito categorias principais: baterias, luzes e energia elétrica, toca-discos e gravação de sons, cimento, mineração, imagens em movimento, telégrafos e telefones. Mas embora o "Mago de Menlo Park" seja lembrado por suas maiores invenções - as imagens em movimento, a luz incandescente e o toca-discos -, sua mente incansável também produzia algumas ideias que não eram tão bem conhecidas, e algumas dessas não foram bem-vindas para o público.
Continue lendo para descobrir por que membros do Congresso americano rejeitaram uma máquina projetada para torná-los mais eficientes e como outra invenção de Edison assustou garotinhas e endureceu seus pais. Você também vai descobrir sobre um dispositivo que poderia manter a genialidade de Edison conosco até hoje.


por Martha Barksdale

Curso básico de redes – final

Este artigo é uma colaboração do leitor Felipe Alencar, do blog Onisciência. Agradecemos! Deseja colaborar também? Envie um e-mail para pauta@guiadopc.com.br.


Modelo OSI – uma breve explicação
Não canso de afirmar que o assunto redes é algo fascinante. O número de possibilidades que se consegue interligando computadores é espantoso! Mas mais fascinante ainda é entender como tudo isso funciona, como tudo isso trabalha! A ISO (International Organization for Standardization Tabajara), uma entidade que reúne os grêmios de padronização/normalização de vários países, desenvolveu um padrão, ou modelo, para a conexão de computadores. É o famoso e tão falado Modelo OSI, que divide a rede em sete camadas e explica como essa “mágica” acontece.
Existem muitos livros, cursos e metodologias que se destinam a explicar o modelo OSI das mais variadas formas. Alguns começam de baixo, explicando a camada física, que contém os cabos, outros já começam de cima, da aplicação ou do software que está solicitando dados da rede, enfim, da minha parte, tentarei ser o mais didático e claro possível na minha explanação, não fazendo confusão com algo que em si é simples.
O modelo OSI (Open Systems Interconnection – Interconexão de Sistemas Abertos) divide a rede em sete camadas, são elas:
  • 7. Aplicação;
  • 6. Apresentação;
  • 5. Sessão;
  • 4. Transporte;
  • 3. Camada de Rede;
  • 2. Link de Dados;
  • 1. Camada Física.
Explicarei usando um exemplo prático. Imagine que você abra o navegador e acesse o endereço http://www.guiadopc.com.br. Estamos na camada 7 (Aplicação), onde o navegador, no caso o Opera, faz o papel do aplicativo que necessita acessar arquivos da rede. O Opera solicita os arquivos necessários ao sistema operacional que, por sua vez, abre uma Sessão, sim, esta é a camada 5.
Por que eu pulei a camada 6? Por que ela não é obrigatória em todos os casos, não é usada sempre. Mas ela funciona mais ou menos como uma camada adicional, quando é necessário fazer algum trabalho extra, como, por exemplo, criptografar dados a fim de aumentar a segurança.
Bem, continuando… O sistema operacional, após receber a solicitação do navegador, abre uma Sessão (Camada 5), que só é fechada quando o aplicativo recebe todos os dados solicitados. É nessa camada que o S.O verifica os arquivos recebidos, solicita retransmissões em caso de perda de pacotes ou reporta algum tipo de erro que esteja impossibilitando o recebimento dos dados.
Após verificar o endereço IP do site, o protocolo que será usado e outros detalhes, o S.O transforma a requisição feita pelo aplicativo, no caso o navegador, num pacote de dados. Isso acontece no quarta camada, a de Transporte, onde entra em cena o protocolo TCP (Transmission Control Protocol).
Algo muito importante e que deve ser entendido perfeitamente, é que as camadas 4 e 3 trabalham em conjunto. Na camada 4 temos a atuação do protocolo TCP, enquanto que na camada 3 vemos a figura do protocolo IP entrar em ação.
Explicando de forma genérica, o sistema operacional precisa enviar o pedido feito pelo navegador para o servidor onde o Guia do PC está hospedado. Para isso, o protocolo TCP transforma a requisição num pacote e o protocolo IP endereça esse pacote para o servidor do Guia do PC. Abaixo temos uma imagem ilustrando esse conceito:
Em um pacote TCP/IP, temos no máximo 1500 bytes. Destes, 40 bytes se destinam aos cabeçalhos TCP e IP. No cabeçalho TCP temos o número da porta de origem e número da porta de destino, no cabeçalho IP temos o número do IP de origem e o número do IP de destino, além de códigos de verificação, número do pacote, espaço para inclusão de opções etc… Assim sendo, dos 40 bytes reservados aos cabeçalhos, 20 dizem respeito ao TCP e os outros 20 se referem ao IP. Os 1460 bytes restantes são para o conteúdo do pacote.
É importante ressaltar que muito embora o TCP e o IP sejam dois protocolos distintos, eles têm íntima ligação, trabalhando em conjunto. Por isso que eles são chamados de uma forma que dá a entender que são um protocolo só, o TCP/IP.
Ok, depois de ter criado o pacote e o endereçado corretamente, ele já está pronto para ser encaminhado ao servidor. Chegamos então à camada 2 (Link de Dados), onde nos deparamos com as placas de rede e switches.
Ao receber os pacotes TCP/IP, a placa de rede não entende p**** nenhuma de tudo aquilo! Ela não entende TCP, ela não entende endereçamento IP, então, o que que ela vai fazer com isso tudo!? Ela vai trabalhar de acordo com aquilo que ela entende, que são endereços MAC.
Endereços MAC nada mais são dos que os endereços físicos das placas de rede. Eles são únicos para cada placa e atribuidos ainda em fábrica, gravados na ROM. Em tese, cada placa de rede deve ter o seu endereço MAC que, por suas vez, não deve ser igual a nenhum outro. Eles são compostos por 48 bits (6 bytes) representados por 12 dígitos hexadecimais. Um exemplo de um endereço MAC: 00:10:50:4B:6D:80.
Então, a nossa querida placa de rede transforma o pacote TCP/IP num frame Ethernet, contendo o endereço MAC de origem e o de destino. Bom, vamos de imagem que fica mais fácil de entender:
Este é o frame ethernet já completo. Aqueles 8 bytes lá no canto esquerdo, é um preâmbulo e uma sequência de inicialização que avisa aos outros micros da rede que uma transmissão está prestes a começar. Ele é descartado pelas placas de rede. Aí temos o cabeçalho MAC, formado por 14 bytes, que diz o endereço MAC de origem e o de destino, além do tipo de dados. No campo de Dados está o pacote TCP/IP cuja estrutura já vimos mais acima e por fim, 4 bytes de CRC, que as placas de rede usam para checar a integridade do frame depois temos o citoplasma, as mitocôndrias….
Após essa burocracia toda, finalmente chegamos até a camada 1 (Camada Física), representada pelos próprios cabos responsáveis de levar as informações de um canto a outro. Podem ser cabos de par trançado, cabos de fibra óptica, sinais de rádio das redes wireless, enfim, qualquer que seja o meio usado para o transporte dessas informações.
Finalmente os dados são enviados ao servidor do Guia do PC, que responderá à requisição enviando os arquivos solicitados de volta, nos possibilitando acessar a página.
Interessante salientar, também, a posição dos dispositivos usados nas redes dentro do modelo OSI e como isso nos ajuda a entender as suas funções. Por exemplo, os cabos atuam na camada 1, apenas fazendo o transporte dos bits, mas também temos a figura dos antigos hubs, chamados de burros, já que eles apenas retransmitiam as informações, sem entender absolutamente nada daquilo! Na camada 2, além das placas de redes, vemos o switch atuar nessa área, já que ele entende endereços MAC e é capaz de “fechar circuitos” entre dois computadores. E na camada 3, temos o roteador, que já entende endereços IP e descarta o frame ethernet com os endereços MAC. Para ficar mais fácil de entender, elaborei uma tabela com os integrantes de cada camada:
Este é o Modelo OSI e suas sete camadas, juntamente com a forma de atuação de cada uma delas. Como eu disse, seria apenas uma breve explicação, é claro que existem inúmeros outros detalhes que eu não abordei neste texto em prol da brevidade e para que todos pudessem ter uma visão geral de como funciona esse modelo. Mas a rede explica a rede, vocês têm todo o material do mundo à sua disposição, basta ter interesse em procurá-lo na grande rede.

Curso básico de redes – parte 4

Este artigo é uma colaboração do leitor Felipe Alencar, do blog Onisciência. Agradecemos! Deseja colaborar também? Envie um e-mail para pauta@guiadopc.com.br.

Os finados rivais do Ethernet

O Ethernet, com seus diversos padrões, hoje domina absoluto no universo das redes locais. Eles são baratos, são rápidos, são flexíveis, é um padrão aberto, atendem às mais diversas necessidades… enfim, eles são tão eficientes que é difícil imaginar que alguma empresa ouse criar um padrão proprietário para competir de frente com o Ethernet. Sim, podemos dizer que a hegemonia no mundo das redes locais pertence aos padrões Ethernet por tempo indeterminado. Mas nem sempre foi assim. Logo nos primórdios, padrões proprietários ameaçavam tirar a Ethernet do mercado. Vocês conhecerão hoje os finados rivais do padrão Ethernet. O ARCNET e o Token Ring.
Leia:




ARCNET

Desenvolvido em 1976 e chegando ao mercado em 1977, o padrão proprietário ARCNET disputava diretamente com os padrões 10BASE-5 e 10BASE-2 do Ethernet. Suas principais vantagens em relação ao seu rival foi o custo, que no início era relativamente mais baixo e seu alcance. Os cabos coaxiais RG62/U, usados pelo ARCNET, podiam ser usados a até 610 metros, enquanto que os usados no padrão 10BASE-5 chegavam no máximo a 500 metros. Além disso, tinha toda a questão da praticidade, já que como vimos anteriormente, o 10BASE-5 era chato de se trabalhar e nada prático. Devido a isso, o ARCNET conseguiu se tornar mais popular que o Ethernet.
Não obstante, ele também tinha os seus problemas. A taxa de transmissão era muito baixa, de apenas 2.5 megabits. Até mesmo o protótipo do Ethernet transmitia mais rápido, a 2.94 megabits! Além disso, por ser um padrão proprietário, a quantidade de fabricantes produzindo placas ARCNET era limitado e os preços não caiam na mesma velocidade que das placas Ethernet.
Ao perceberem que o padrão aberto estava sendo mais aceito e adotado, eles posteriormente abriram o padrão e originou o ANSI ARCNET 878.1, o que trouxe mais opções de cabeamento, inclusive cabos de par trançado, e mais fabricantes produzindo as placas. Além disso, eles aumentaram a taxa de transmissão para 20 megabits em 1999, com o ARCNET Plus, mas já era tarde demais, as placas Ethernet já estavam bastante acessíveis, o padrão já era mais flexível com o uso de cabos de par trançado e a taxa de transmissão era de 100 megabits desde 1995. Assim, o ARCNET não resistiu e acabou perecendo.

Token Ring


O Token Ring surgiu um pouco depois, em meados dos anos 1980, e foi desenvolvido pela gigante IBM. Ela chegou a investir maciçamente no padrão, levando-o ao topo no âmbito corporativo! Ele já utilizava cabos de par trançado e a ligação entre as estações era feita através de um hub, chamado de MAU (Media Access Unit) ou ainda de MSAU (Multistation Access Unit). Cada MAU possui tipicamente 10 portas, sendo que 08 eram para a ligação com as estações e as outras 02 para serem usadas com outros MAUs.

http://www.guiadopc.com.br/artigos/15872/curso-basico-de-redes-parte-4.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+guiadopc+%28Guia+do+PC%29

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Profissional reciclado é um profissional contratado

Um profissional capacitado tem que estar comprometido com seu crescimento. Nem sempre é fácil desenvolver idéias e aprender ainda é o passo certo para aqueles que estão tentando sair da rotina.

Publicado em: 29 de setembro de 2010
Leituras: 194
Canal: Gerência
Autor: Daniela Maimone
Luzes, câmeras e ação!

Partindo do princípio que o profissional de publicidade e propaganda precisa ser ousado e inovador, é mais que um dever manter-se atualizado, sem dúvida uma obrigação.
O cenário hoje é muito mais intenso e cauteloso no que diz respeito a contratar profissionais competentes e arrojados, de forma que as possibilidades existem para aqueles que apostam em cursos, workshops e oficinas criativas.
Um investimento seguro é aquele que tem como base bons profissionais envolvidos, uma instituição idônea e acima de tudo um grande número de participantes interessados. Lembrando ainda que a qualidade deve ser superior a quantidade.
Somatizar interesse é a solução de maior retorno para uma carreira de sucesso. Lembre-se: ou você entra em um contexto, ou acabará perdido em seu próprio ciclo de dúvidas.
Talvez em um primeiro momento você se sinta confuso com tantas opções, perdido diante de novas possibilidades e em saber como colocar tudo isso em pratica, mas é um investimento a longo prazo, de forma que quanto mais preparado e motivado estiver, melhor.
As vezes Empreender vai além de diversificar, é preciso saber argumentar e formar opiniões coerentes. E para argumentar com contexto é preciso ter bases seguras.
Somos cidadãos do mundo, um mundo lotado, mas carente de profissionais antenados e dispostos a aprender e derrubar paradigmas.
Estamos cercados de exemplos e fórmulas incríveis de perseverança. É hora de enxergar lá na frente e parar de puxar o freio de mão. E o fundamental: Cautela não é sinônimo de medo.
Para descobrir isso, você precisa de verdade compreender que o mundo esta cheio de ilusionistas frustrados que ainda sonham obter suas glórias e estes, capazes de tudo, atropelam quaisquer sinais de competição alheia. Ou seja meu amigo, o mundo é dos leões e não dos gatinhos inocentes.
Arme-se e esteja ao lado dos que fazem o mundo girar, pois com tantas opções dadas, sair da zona de conforto será seu alvo daqui por diante.
Não espere sua campainha tocar. Certamente a época de ouro do "Avon chama" perdeu seu foco faz tempo.
Talvez as melhores idéias brotem da necessidade, e se ela faz-se presente em sua vida, preste mais atenção aos sinais de urgência a partir de agora. Unidos a um objetivo, teremos então uma boa dose de vantagem, pois quem sabe o que quer sabe onde quer chegar.