Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

terça-feira, 22 de março de 2011

Rede Wireless

uTorrent


segunda-feira, 21 de março de 2011

Ganhe um HD ultraportátil Seagate de 500 GB! Promoção do Guia.



A Guia do PC continua com sua série de promoções, agora eles estão sorteando um HD Seagate FreeAgent GoFlex de 500 GB, resultado de uma parceria com a Seagate Brasil!
O GoFlex ultraportátil oferece interface USB 2.0 e 3.0, um software fácil de usar, que realiza backup automaticamente e criptografa arquivos e pastas. A vantagem exclusiva deste HD é a capacidade de remover a interface USB 2.0 e conectar, muito mais rapidamente, interfaces como o FireWire 800, equipado com eSATA – mesmo sendo USB 3.0. Além disso, o HD é compatível com qualquer PC. Esse drive pode ser utilizado, sem dor de cabeça, tanto no computador do trabalho quanto em casa.
Participar é muito fácil: siga o @guiadopc e a @seagatebrasil no Twitter. Depois, retuite ou poste a mensagem “Eu quero meu Seagate! Siga @guiadopc, @seagatebrasil e dê RT para concorrer a um FreeAgent GoFlex 500 GB! http://kingo.to/w8P“. Pronto! A promoção será encerrada no dia 31 de março e o vencedor será contatado no dia 1º de abril – se você receber uma mensagem do Guia do PC dizendo que ganhou o prêmio, acredite, não é de mentirinha.
Não serão considerados no sorteio os integrantes da equipe do Guia do PC, nem usuários que não tenham seguido o Guia do PC e a Seagate Brasil no Twitter. O frete é gratuito para usuários que residam no Brasil. Boa sorte!

Fonte: Guia do PC

sexta-feira, 18 de março de 2011

Ciência, Engenharia da Computação ou Sistemas de informação. Qual a diferença entre os cursos?


Ciência da Computação, Engenharia da Computação e Sistemas de Informação são os cursos mais conhecidos nas universidades e faculdades que oferecem graduação em computação. Mesmo assim, não é difícil encontrar estudantes interessados pela área que não sabe qual curso deles irá fazer, essa dúvida deve-se ao fato de que na maioria das vezes eles não sabem distinguir as diferenças de cada um deles. 


Os nomes dos cursos são parecidos, e todos obviamente estão ligados à informática, porém, é muito importante conhecer bem o diferencial de cada um para os alunos não tenham uma decepção ao descobrir que o curso escolhido não é exatamente o que gostariam de fazer. Abaixo as diferenças:


Ciência da Computação

O curso também é conhecido como "ciências da computação" por algumas universidades ou faculdades. O curso aborda de maneira aprofundada os conceitos e teorias da computação, dando uma sólida formação em áreas como estruturas de dados, algoritmos, linguagens de programação, desenvolvimento e análise de sistemas, entre outras. Quem escolher essa área irá trabalhar essencialmente com software e que tem um forte embasamento em fundamentos matemáticos e em cálculo. 


O estudante de Ciência da Computação estará preparado para resolver problemas reais, aplicando soluções que envolvam computação, independente de qual seja o ambiente, podendo ser comercial, industrial ou mesmo científico. Os alunos que se formam neste curso tem uma grande variedade de carreiras profissionais que poderão seguir, já que a computação é aplicada em diversas áreas do conhecimento. O profissional em Ciência da Computação basicamente analisa as necessidades dos usuários, desenvolve programas e aplicativos e instala sistemas de computação. O trabalho desenvolvido por estes profissionais atende áreas simples como programas simples de estoque como também atende áreas mais complexas como a da medicina e pesquisas espaciais.



Grande parte das pessoas que possuem graduação em Ciência da Computação segue carreiras ligadas ao desenvolvimento de software, que abordam a especificação, modelagem, codificação, teste e avaliação de sistemas de software. No entanto, outros segmentos podem ser seguidos, como segurança da informação ou estrutura de redes, Internet, Web e computação móvel, entre outros. 


Engenharia da Computação



Esse curso possui muitas semelhanças com o curso de Ciência da Computação, sendo que, possui muitas disciplinas em comum. Em decorrência disso, alguns países não fazem distinção entre os dois cursos. O Brasil é um dos países que fazem a distinção. A área de engenharia da Computação trabalha mais com hardware, sendo que, a Ciências da Computação prioriza o software. Os profissionais em Engenharia da Computação se tornam aptos a projetar e a implementar tecnologias de hardware e software em equipamentos, aplicações industriais, redes de comunicação. O Engenheiro da Computação atua principalmente em projetos de redes de empresas locais ou em larga escala tais como campus universitários e também em projetos de automação industrial e também no desenvolvimento de sistemas de segurança.


Sistemas de Informação



Esse é um curso focado no planejamento e desenvolvimento de sistemas de informação e automação. O profissional da área é capaz de planejar e organizar o processamento, armazenamento e a recuperação de informações. O profissional ainda adapta, cria e instala programas com a finalidade de facilitar as consultas e administra redes. O profissional trabalha também nas redes internas das empresas e outras instituições. Na internet, ele é responsável por montar e gerenciar bancos de dado. O profissional ainda pode criar e desenvolver páginas na Internet, um trabalho que exige bom gosto e criatividade. O mercado para o profissional da área é bastante amplo, pode trabalhar em empresas públicas e privadas, como também na indústria e comércio. Um dos quesitos para o sucesso do profissional é dominar a língua inglesa, já que, muitos dos programas estão em inglês. Basicamente, o profissional de Sistemas de Informação é mais focado em aplicar recursos de computação na solução de problemas, especialmente de atividades corporativas, do que desenvolvê-los. 



Para àqueles que estão interessados em fazer algum dos cursos acima, preparem-se, pois o mercado apesar de ser muito amplo é bastante rigoroso na escolha das profissionais. Buscas os mais preparados e atualizados. 



Deste modo, aos futuros profissionais da área, procurem ao máximo as informações na escolha do curso e depois estudem bastante, mantenham-se sempre a par das novidades, pois um bom profissional está sempre conectado as evoluções do mundo.

FONTE: Oficina da NET

Processador, DUAL CORE, CORE-2-DUO e QUAD CORE, qual a diferença?


Ainda é normal existir dúvidas sobre a diferença dos processadores. Sintetizando, Dual Core é qualquer processador que possui dois núcleos; Core 2 Duo, trata-se de uma marca de processador da fabricante Intel e Quad Core difere-se dos demais por possuir quatro núcleos.
DUAL CORE


Dual Core, em português “núcleo duplo”. Este processador trabalha como se tivesse dois núcleos, porém, ele conta com apenas um núcleo. Poderíamos dizer que é uma máquina com dois processadores, assim, é possível processar, com bom desempenho, mais de uma tarefa ao mesmo tempo. O Dual Core é fundamental quando o usuário precisa usar dois tipos de aplicativos, como vídeos, jogos, programas de imagens, etc.
       

Notamos que a principal vantagem de usar esse processador é o seu grande desempenho em rodar muitos aplicativos pesados ao mesmo tempo. Deste modo, é excelente para pessoas que possuem o hábito de abrir várias páginas, ouve música e ainda realiza outras atividades simultaneamente.O processador Dual Core trabalha com freqüência de até 2,2GHz e FSB de 800Mhz. Ele ainda traz cachê de L2 de até 4 MB.

CORE-2-DUO


Este processador combina velocidade de processamento com baixo consumo de energia. Igualmente ao processador Dual Core, o processador Core 2 Duo também possui dois núcleos, porém, o grande diferencial deles é a diferença de consumo de energia, sendo que, o Core 2 Duo é mais econômico. O Core 2 Duo trabalha com freqüência de até 3Ghz e FSB de 1333Mhz. O processador ainda possui cachê L2 de até 6 MB. A redução de energia comparada aos seus antecessores deve-se ao fato de possuir novas tecnologias, não disponíveis nos demais. Um exemplo disto é o chamado Execute Disable Bit e Enterprise Security, estes, são processos que inibem a execução de códigos maliciosos de ataques do tipo buffer overflow. A virtualização assistida por hardware também é uma inovação no Core 2 Duo. Estima-se que a performance do Core 2 Duo chegue a 40% acima do Dual Core.


Deste modo, é possível concluir que o processador Core 2 Duo é mais eficiente. Ele tem a capacidade de suprir mais atividades pesadas que seu antecessor e ainda consumir menos energia. Segundo a Intel, um Core 2 Duo é indicado para:
  • Maximizar a produtividade para usuários e multi-tarefas;
  • Várias aplicações de Tecnologia e Informação rodando em background;
  • Software de colaboração e aplicações exigentes.
QUAD CORE

Este processador possui a mesma tendência do Dual Core. No entanto, antes os processadores possuíam dois núcleos, o Quad Core, possui quatro. A diferença dos demais não está apenas no número de núcleos, mas também no tamanho da memória interna, que está relativamente maior. A tecnologia Quad Core de processadores faz com que ele obtenha 4 núcleos, aumentando a velocidade de processamento por pulso de clock distribuindo assim, o processamento de dados entre os núcleos, fazendo que ganhe um maior desempenho. O clock pode alcançar até 3.33Ghz. Em overclocking, com cooler de ar, até 4.0 Ghz, e com cooler de refrigeração baseada em água até 5Ghz. Com refrigeração a nitrogênio líquido, obviamente somente em experimentos, já foram alcançados 6.00 Ghz.

Cada empresa que possui os processadores de quatro núcleos os intitularam com nomes diferentes. Para a Intel, Quad Core, e para a AMD, Phenom X4. Ambas as empresas procederam de maneira diferente quanto a memória, porém, as duas possuem um bom desempenho.

FONTE: Oficina da NET

quarta-feira, 16 de março de 2011

Qual é o melhor Windows para instalar num determinado computador? Será que o mais novo é o melhor?

Hoje em dia tornou-se comum comprar micros prontos nas lojas, os quais já vêm com um sistema operacional instalado, mas nem sempre o sistema que veio é o melhor para aquele hardware ou para aquele tipo de usuário.
Vejamos: o Linux pré-instalado pode atender a quem só precisa acessar a internet ou redigir alguns textos, mas na hora de fazer alguma configuração ou de instalar algum programa ou periférico as coisas podem complicar. O Windows Starter que vem na maioria dos micros mais baratos é limitado, não permite sequer trocar o papel de parede e só acessa até 2 GB de memória.
Justamente por esta inadequação muita gente acaba reinstalando outros sistemas operacionais e, quando um micro usado entra numa oficina de manutenção para ser reparado, o questionamento é o mesmo: deve o técnico instalar o mesmo sistema que estava, ou será que é o momento de mudar para uma versão mais nova? Se for para trocar, qual versão devemos escolher? A mais recente, ou será que existe um outro critério de escolha? Não seria então o caso de perguntarmos:

Qual é o melhor Windows para instalar num determinado computador? Será que o mais novo é o melhor?

Para analisar a situação vamos imaginar dois tipos distintas de situação: quando o micro é novo e recente, ou seja, acabou de ser comprado, ou o micro já foi usado e está sofrendo uma manutenção, preventiva ou corretiva. Comecemos pelo primeiro caso.
Quando um fabricante projeta um modelo de computador, já prevê qual sistema operacional será usado, em função de vários fatores como tipo de usuário, preço do equipamento, aproveitamento dos recursos do hardware e incentivos fiscais. Assim, se um micro sai de fábrica com um processador mais simples e barato, como um Pentium Dual Core, não adiantaria colocar muitos gigabytes de memória e sequer uma versão de Windows mais avançada — e mais cara. Via de regra, micros assim saem de fábrica com o Windows 7 Starter Edition ou, na melhor das hipóteses, com o Windows 7 Home Basic. Isto significa que os efeitos visuais do Windows 7 não aparecerão, pois estas versões não rodam a interface Aero característica do Windows 7. Se o fabricante quiser baratear ainda mais o preço do equipamento, pode até fornecê-lo com Linux, que vai fazer o computador funcionar mas não é o sistema mais popular entre os usuários, notadamente os principiantes que comprarão este tipo de equipamento. Entretanto, o uso do Linux pode baratear o preço do equipamento em coisa como 200 a 300 reais, significando algo entre 20 a 40% do valor de venda do equipamento, o que não é nada desprezível num mercado tão competitivo como o de informática.
Se o hardware do micro for mais poderoso, digamos, um Intel Core (2 Duo, Quad, i3, i5, i7) então isto significa que o computador poderá ter mais que 2 GB de memória RAM, um adaptador gráfico mais poderoso e, consequentemente, poderia rodar sem problemas até mesmo a versão mais avançada do Windows 7, que é a Ultimate. Entretanto, esta versão custa caro (mais de R$ 600 para o fabricante) e vai onerar demais o valor do equipamento, razão pela qual os fabricantes acabam optando pela versão Home Premium, que reconhece vários gigabytes de RAM e oferece a interface Aero. O que acontece, neste caso, é que o valor do equipamento subirá bastante, alcançando a casa dos R$ 2.000 o que já descaracteriza o equipamento como sendo de uma linha popular.
Vejamos agora o caso dos micros usados que entram numa oficina para sofrer uma manutenção, seja porque deixou de funcionar ou está com defeito (manutenção corretiva) ou porque o usuário deseja um upgrade ou uma revisão (manutenção preventiva). Estes micros devem ter sido vendidos há tempos, e devem ter sofrido o mesmo processo que mostramos acima, ou seja, o fabricante na ocasião analisou qual seria o melhor sistema operacional a usar naquele modelo, mas isto não significa que aquele aparelho especificamente não esteja apto a rodar uma versão mais nova de Windows. Alguns casos típicos:


  • Micros vendidos com Windows Vista podem traquilamente rodar a mesma versão do Windows 7 (por exemplo, Vista Home Premium pode ser trocado pelo Windows 7 Home Premium).
  • Micros que foram vendidos com o Windows XP mas têm 1 GB ou mais de memória RAM podem rodar as versões mais simples do Windows 7, como a Starter e a Home Basic.
  • Micros que sairam de fábrica com o Windows 2000 podem rodar o Windows XP, desde que tenham pelo menos 512 MB de memória RAM.

A lista é longa, mas o que nos interessa chamar a atenção aqui é para o fato do sistema operacional precisar ser o mais recente que rode naquele micro, mas ao mesmo tempo deve ser o máximo que aquele hardware comportar. Expliquemos:

O sistema operacional (no caso, o Windows) deve ser o mais recente possível em nome da segurança e também da compatibilidade com os novos aplicativos e com os novos dispositivos de hardware. Por exemplo, o browser Internet Explorer 6 já não é suportado na grande maioria dos sites, mas para atualizá-lo pelo menos para o IE8 é preciso estar rodando o Windows XP. O novo IE9 só roda no Windows Vista e versões mais recentes.
Quando a ser o máximo que o hardware suportar, é algo meio óbvio. Não adianta instalar o Windows 7 Ultimate num micro com Athlon XP com 512 MB que já rodava com dificuldade o Windows XP. É até possível fazer a instalação, usando alguns artifícios, mas o desempenho ficará péssimo, coisa como meia hora só para carregar o Windows e 5 minutos para abrir uma janela qualquer. Assim, pensando nesta situação, é que preparamos a tabelinha a seguir, que deve orientar os técnicos e usuários avançados para escolher a melhor versão para um determinado micro, em função do hardware do mesmo, em função da nossa experiência em laboratório e no uso diário que fazemos dos computadores. Não é a tabela oficial da Microsoft, mas é a NOSSA tabela, representando o que sentimos na prática. Veja:

VERSÃO DE WINDOWS EM FUNÇÃO DO HARDWARE
PROCESSADOR MEMÓRIA RAM ADAPT.VÍDEO RECOMENDAÇÃO
Intel ou AMD, 2 ou mais núcleos, clock > 2 GHz 4 GB ou mais 512 MB ou mais compatível com WDDM (DirectX 10) Windows 7 Home Basic ou superior, mas em versões para 64 bits
Intel ou AMD, 2 ou mais núcleos, clock > 2 GHz 3 GB 256 MB ou mais compatível com WDM (DirectX 10) Windows 7 Home Basic ou superior
Intel ou AMD, 2 ou mais núcleos, clock > 2 GHz 2 a 3 GB 256 MB ou mais compatível com WDDM (DirectX 10) Windows 7 Home Basic
Intel ou AMD, núcleo simples, clock > 2 GHz 1 a 2 GB on ou off-board, 256 MB ou menos Windows 7 Starter, Windows 7 Home Basic ou Windows XP Professional
Intel ou AMD, núcleo simples, clock entre 1,6 a 3 GHz 512 MB a 1 GB on ou off-board, 256 MB ou menos Windows 7 Starter ou Windows XP Professional
Intel ou AMD, núcleo simples, clock entre 1 a 1,6 GHz 256 a 512 MB on ou off-board, 128 MB ou menos Windows XP Starter ou Home Edition
Intel, AMD ou Cyrix, núcleo simples, clock entre 350 MHz a 1 GHz 128 a 256 MB on ou off-board, 32 a 64 MB Windows 2000
Notas:
  1. Não recomendamos Windows 98. Ele não tem a menor condição de ser conectado na internet, por absoluta falta de segurança.
  2. Considere a opção de aumentar a memória RAM para usar uma versão mais avançada de Windows.
  3. No lugar do Windows XP Professional pode-se usar o Windows Server 2003.
  4. No lugar do Windows 7 Home Premium e superiores pode-se utilizar o Windows Server 2008.
FONTE: Revista PnP

terça-feira, 15 de março de 2011

Como organizar suas fotos direito

Qualquer pessoa que viaja no feriado ou vai numa festa volta para casa com a câmera lotada de fotos. Depois de vencer a preguiça para descarregar tudo no PC, o mais comum é deixar os arquivos jogados deixando para a organização para um futuro distante. Se você está lendo isso, é por que o seu dia chegou. A seguir, pequenas dicas para acabar com zona nas suas pastas de fotos.
APAGUE AS PORCARIAS
Esse passo não precisa de muita explicação. Mas, vale lembrar, apagar fotos mal tiradas ajuda a tornar a organização mais rápida e economiza espaço na hora do backup. Então, antes de prosseguir para o backup, dê uma boa olhada nas fotos imprestáveis e apague sem dó.
COLOQUE NOMES ÚTEIS
Quando for descarregar as fotos no micro, não seja preguiçoso ou engraçadinho. No assistente para a cópia dos arquivos, escolha algum nome que facilite a busca das fotos no futuro.
Uma boa ideia é começar o nome do arquivo com uma data aproximada e uma descrição curta. Fotos do natal, por exemplo, poderiam ser batizadas como 2010-natal-001.jpg. A mesma ideia vale para o nome das pastas. Capriche um pouco e crie diretórios para o ano e depois para os temas. Mais para frente, vai ser melhor para você.
Quem preferir esnobar o assistente do Windows, pode renomear as fotos em lote usando programas como o IrfanView e o Picasa. Ambos são gratuitos e de uso intuitivo. O Picasa, aliás pode ir bastante além da organização por nome. O programa conta com um recurso para reconhecimento de faces e pode colocar tags automaticamente nas fotos, facilitando ainda mais a busca no futuro.
FAÇA BACKUPS REDUNDANTES
O backup ideal das fotos passa por três passos: gravar os arquivos numa pasta do PC, em um DVD e depois na web. Parece exagero, mas micros quebram, DVDs são perdidos e soluções online não são disponíveis 100% do tempo. Por isso, o ideal é a redundância de cópias.
Como gravar DVD você já sabe, vamos pular para as opções de backup online. Uma saída rápida é o Facebook. Você pode subir todas as suas fotos lá sem se preocupar com espaço. Dá para fazer upload de até 200 fotos por álbum e criar quantos álbuns desejar. Para cada envio, você escolhe as opções de privacidade.
Dá para usar as funções de reconhecimento de face do site e mostrar as fotos para todo mundo, só para pessoas selecionadas ou deixar tudo fechado, só para você.
Outras boas alternativas:Picasa Web, que oferece 1 GB grátis para guardar fotos e tem plano de 20 GB por 5 dólares anuais.
Flickr, com conta gratuita para subir 300 MB de fotos por mês e visualizar apenas as últimas 200 fotos publicadas e plano para armazenamento ilimitado por 45 reais anuais.

FONTE: INFO Dicas

Seu carro não está livre dos perigos do malware

Pesquisa nos Estados Unidos aponta que o Bluetooth e até o sistema de som podem ser usados como brecha de segurança
Por Rubens Haruo Eishima em 15/Mar/2011

Pesquisadores das Universidades de Washington e da Califórnia publicaram um estudo que revela o perigo da disseminação de softwares maliciosos nos sistemas eletrônicos de carros.
Não é de hoje que os carros incluem sistemas eletrônicos para monitoramento do motor, velocidade, comportamento e até rastreamento, mas algumas das maneiras usadas pelos pesquisadores chegam a impressionar pela sua facilidade de implementação.
Maneiras tradicionais para se invadir a parte eletrônica, e até controlar algumas funções do automóvel, geralmente envolvem uma conexão com a rede (barramento) de comunicação interna do carro, normalmente feita com equipamentos que se encontram nas oficinas mais modernas. Um experimento usando este método mostrou em 2009 que é possível alterar o hodômetro (que registra a quilometragem do veículo), travar as portas e até desligar o motor.

Arquivos de música podem entregar o controle de seu carro a bandidos. (foto: acordova)
Desta vez, implantaram códigos em um arquivo MP3 gravado em CD que, quando executado no sistema de som do carro (cujo modelo não foi revelado), alterou o firmware do sistema eletrônico do automóvel. Outras técnicas envolveram o uso de redes de telefonia celular - alguns carros já oferecem conectividade 3G - e Bluetooth.
Mesmo assim, ainda não é hora de encomendar um anti-vírus para o seu possante. Devido à complexidade técnica envolvida, os pesquisadores não acreditam que estas técnicas de invasão possam ser aplicadas em um futuro próximo, mas querem alertar os fabricantes e usuários sobre os riscos.
Apesar disso, não deixa de ser perturbador pensar que uma música enviada por um amigo pode permitir que um bandido desligue o motor do seu carro, identifique o modelo, ano e pegue suas coordenadas no GPS.

domingo, 13 de março de 2011

Compartilhe sua conexão da internet sem utilizar roteador


Basta fazer com que um notebook assuma esse papel, conectando-se à web por meio de um cabo. Veja o passo a passo! 
Março de 2011
Se você tem um notebook, certamente vai querer ter uma rede sem fios em casa. Se você tiver mais de um computador, então... isso se torna fundamental. O que talvez muita gente não saiba é que dá para criar um rede sem fios, mesmo que você não tenha um roteador.
Para transformar o seu notebook num verdadeiro roteador, o primeiro passo é configurá-lo. Pegue o cabo da internet e conecte diretamente no micro.
Tanto no Windows Vista quanto no 7, vá até o Painel de Controle, clique em “Rede e Internet” e logo após em “Central de Rede e Compartilhamento”. Escolha “Gerenciar redes sem fio” e selecione “Adicionar”. Selecione a opção “Criar rede adhoc”. Depois clique em “Avançar”, escolha um nome para a sua rede, o tipo de segurança e a senha. Para finalizar, selecione “Avançar” e “Fechar”.
Agora vamos ao truque que poucos conhecem, que é efetivamente como transformar o notebook em um roteador!
Na página inicial do painel de controle clique em “Rede e Internet", pesquise pela palavra “conexões” e vá direto ao link “Exibir conexões de rede”. Com a tecla CONTROL pressionada, selecione com o mouse “Conexão de Rede sem Fio” e “Conexão Local”, pressione o botão direito e vá até “Conexões de Ponte”. Pronto: automaticamente aparecerá uma nova conexão “ponte de rede”, e o seu roteador manual está pronto para funcionar.
Agora, nos outros notebooks existentes na sua casa ou empresa, é só procurar pela rede sem fio que você criou e usar a internet normalmente.

FONTE: Olhar Digital

sábado, 12 de março de 2011

WinRAR 4.0.0

"Simplesmente essencial para quem costuma fazer uploads ou downloads de arquivos da Internet, pois o formato de compressão RAR é um dos mais encontrados na internet"

Prós
  • É o único que compacta no formato RAR
  • Requer pouco espaço em disco e recursos de máquina
  • O RAR é o formato de compactação mais utilizado na internet
  • Compatível com as versões antigas do Windows (95, 98 e NT, por exemplo)
Contras
  • Apesar de ser fácil de usar, o visual da interface parece defasado, já que é a mesmo há alguns anos
  • Comprime apenas em RAR e ZIP
Quando o assunto é descompactar ou compactar, Winrar é um dos utilitários mais lembrado pelos usuários do Windows. Além de possuir um formato de compressão própria e extremamente difundida na internet (RAR), ele consegue descompactar arquivos em formatos também populares como ZIP, TAR, GZ, BZ2 e ISO.
A interface de navegação segue a mesma simplicidade encontrada no Windows Explorer, ou seja, a dificuldade para utilizá-lo é praticamente zero. Em todo o caso, se você sentir dificuldade para interagir com o programa, basta ler os tutoriais de como utilizá-lo que o próprio software oferece. Simples e prático.

Outros recursos úteis


  • Configure senhas ao compactar e fique seguro porque seus documentos não poderão ser acessados por nenhum desconhecido;
  • Se o problema é um possível vírus vindo com algum arquivo da internet, não se preocupe, pois o Winrar trabalha em conjunto com seu antivírus na hora de descompactá-lo;
  • Ferramenta que tenta recuperar arquivos corrompidos, que apresentam problemas de descompactação. 
Winrar é realmente um excelente software naquilo que se propõe a fazer. Apesar de não ser o que possui a melhor taxa de compressão (perde para formatos como 7z, por exemplo) é um dos mais populares e fáceis de interagir. Não o deixe fora da sua lista de softwares. Ele é essencial!

Saiba mais sobre a versão 4

O utilitário de compressão abandona as edições mais antigas do Windows, passando a atender apenas os sistemas lançados a partir da versão 2000. Além disso, o beta demonstra um aumento de velocidade de até 30% na velocidade da descompressão em relação ao seu antecessor.

Informações Adicionais

  • Atenção: Seu antivírus pode identificar o Winrar como vírus.


Recursos

  • Reconhece caracteres de idiomas estrangeiros (Unicode);
  • Cria executáveis auto-extraíveis;
  • Divide e/ou une arquivos em múltiplos volumes;
  • Protege arquivos com senha/lê arquivos protegidos;
  • Traz assistente;
  • Traz registros de recuperação para proteção de dados;
  • Verifica/adiciona informações de autenticidade apenas na versão registrada ou paga;
  • Compacta nos formatos: 7-ZIP (.7z), BZIP2 (.bz2, .tbz2, .tar.bz2), GZIP (.gz, .tar.gz, .tgz, .taz), RAR, ZIP
  • Descompacta nos formatos: 7-ZIP (.7z), ACE (.ace, .xef), ARJ, BZIP2 (.bz2, .tbz2, .tar.bz2), GZIP (.gz, .tar.gz, .tgz, .taz), LHA (.lha, .lgh), LZW (.z, .zoo), RAR, ZIP, Microsoft e InstallShield Cabinet (.cab, .imf; .1, .lib)
  • Decodifica arquivos de imagem de disco nos formatos: ISO
  • Decodifica arquivos de outros tipos de compilações: JAVA (.jar, .ear, .war), TAR
  • Decodifica arquivos codificados para e-mail: Uuencoded (.uu, .uue)
  • Tem suporte a arrastar e soltar;
  • Integra-se ao Menu de Contexto (extensão shell);
  • Tem interface gráfica ao estilo do Windows Explorer;
  • Gerencia arquivos;
  • Tem suporte a linha de comando;
  • Interface personalizada por skins ou pela alteração dos elementos da barra de ferramentas;
  • Restaura arquivos danificados;
  • Converte entre formatos de arquivos;
  • Testa arquivos;
  • Busca texto em arquivos compactados;
  • Insere e/ou lê comentários em arquivos;
  • Tranca arquivos;
  • Comparar recursos do WinRAR com softwares mais populares da categoria Compressão de arquivos »»
  • Ver tabela comparativa completa »»
    Roda em Windows 2000, XP, 2003, Vista, 2008, 7

    Fonte: http://www.superdownloads.com.br/download/160/winrar-portugues/#ixzz1GRYVg0Td