Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Deep Web

Deep Web - Sites criptografados, onde você só consegue ter acesso com programas específicos.


Existe um bom motivo para esses sites serem criptografados e acessados apenas via proxy (mecanismos que dificultam o rastreio do seu IP). E qual é esse motivo? Simples: a Deep Web esconde o que de mais perverso o ser humano pode produzir. Pedofilia pesada, tráfico de armas, drogas, órgãos, assassinos de aluguel, seitas macabras, hackers, tudo isso são figurinhas carimbadas escondidas pelo anonimato da Deep Web.

A Deep Web se subdivide em 3 camadas mais conhecidas, porém a relatos de mais camadas, cada camada possui um domínio diferente, como por exemplo .ONION, e só pode ser acessado pelo navegador TOR.

Como acessar a Deep Web?



Faça download do TOR PROJECT . Instale Tor Browser, e Vidalia Bundle (ferramentas e estatísticas de rede completas), caso você seja um usuário Linux nem precisa se preocupar muito, só instale o Tor Browser Bundle. Por fim, configure-o de modo que seja adequado pra você. Muito cuidado! Você está em território hostil.


Existe outras formas de acessar a Deep Web com o navegador FREENET, porém ele é mais difícil de usar comparando-o com o navegador TOR, pois ele não usa o FIREFOX, e sim o CHROME. Como já foi citado, as regras de criptografia, protocolos de discagens, serão diferente nesta forma de acessar a Deep Web, páginas que terminavam com o .ONION não existirão, e sim com um número falso de IP seguido de uma URL encriptografada.

Um dos buscadores para conteúdos na Deep Web está no link http://xycpusearchon2mc.onion/, existem muitos outros, porém alguns não funcionam de forma eficaz e podem te levar a algum conteúdo desagradável.

Esta é uma das grandes diferenças dos navegadores. O TOR oculta o IP do internauta, já o FREENET oculta o IP das páginas em seu domínio; o TOR prega o anonimato, o FREENET funciona em um sistema de redes que permite conectar você entre os internautas deste domínio; embora haja um anonimato, você pode trocar informações, logo, o anonimato vai depender das informações trocadas; os buscadores da rede ONION são fáceis de encontrar, os da rede FREENET quase não existem.

O anonimato presenta na Deep Web é o que garante a grupos de pedófilos, traficantes, seitas raciais como nazistas, e coisas do tipo, falarem abertamente sobre o assunto em fóruns. Aliás, isso é o que mais existe na Deep Web: fóruns falando sobre tudo quanto é assunto. Muitos assuntos dos quais, se fossem comentados na web normal, renderiam bons anos de cadeia a todas as pessoas que ali estavam comentando.

O lado bom da Deep WEB

Muitos correspondentes internacionais se comunicam com suas respectivas redações por meio da Deep Web. Países como Irã, Coreia do Norte e China costumam controlar a internet convencional, sobretudo se quem estiver navegando nela for um jornalista estrangeiro. Nesse caso, usar a Deep Web é um jeito de burlar a censura. Especialistas acreditam que a própria Primavera Árabe não teria existido sem a Deep Web.

O Wikileaks e o Anonymous dificilmente teriam incomodado tanta gente poderosa se não fosse pela versão underground da internet. É lá que as quebras de sigilo começam – e foi graças a esse espaço que os próprios Anonymous divulgaram a identidade de quase 200 pedófilos no final de 2011.

A disseminação de conhecimento e bens culturais na parte de baixo da web também é mais radical do que estamos acostumados. Fóruns de programação bem mais cabeçudos que os da internet superficial, livros até então perdidos, músicas que são como achados em um sítio arqueológico em Roraima, artigos científicos – pagos na web normal, gratuitos na Deep – Tudo que existe na web, existe de maneira muito mais agressiva na DW. Tanto pro bem quanto pro mau.

Postado por: Anonbrpt data de publicação: 07 maio, 2013

domingo, 2 de junho de 2013

O que a Internet esconde de você

O Google manipula os resultados das buscas. O Facebook decide quem vai ser seu amigo - e descarta pessoas sem avisar. E, para cada site que você pode acessar, há 400 outros invisíveis. Prepare-se para conhecer o lado oculto da Internet.

Para cada site que você pode visitar, existem pelo menos 400 outros que não consegue acessar. Eles existem, estão lá, mas são invisíveis. Estão presos num buraco negro digital maior do que a própria internet. A cada vez que você interage com um amigo nas redes sociais, vários outros são ignorados e têm as mensagens enterradas num enorme cemitério online. E, quando você faz uma pesquisa no Google, não recebe os resultados de fato - e sim uma versão maquiada, previamente modificada de acordo com critérios secretos. Sim, tudo isso é verdade - e não é nenhuma grande conspiração. Acontece todos os dias sem que você perceba. Pegue seu chapéu de Indiana Jones e vamos explorar a web perdida.


Primeira parada: Facebook. Quando você acessa a sua conta, a primeira tela que aparece é a do chamado Feed de notícias - aquela lista com os últimos comentários e links postados pelos seus amigos. Essa página é editada pelo Facebook, e só inclui as mensagens das pessoas com as quais você mais interage. Você pode anular essa edição - basta clicar no link "Mais recentes" e o Facebook mostrará, em ordem cronológica, todas as mensagens de todos os seus contatos. O problema é que isso lotará o seu feed de lixo, com grande quantidade de atualizações irrelevantes (o que interessa se aquele seu ex-colega que você não vê há anos trocou de namorada ou está saindo de férias?). Conclusão: a edição de conteúdo feita pelos robôs do Facebook é boa para você. Exceto quando não é.

O escritor americano Eli Pariser apoia o partido Democrata, de Barack Obama, mas também tem amigos que votam no partido Republicano. De um dia para o outro, Pariser notou que os republicanos sumiram do seu Facebook. Ele estranhou e foi fuçar na configuração do site, achando que tivesse feito algo errado. Que nada: os robôs é que tinham decidido que ele não precisava ter amigos de direita. O Facebook tomou uma decisão político-ideológica e a impôs ao usuário. "A personalização da internet reforça os estereótipos e as crenças que a pessoa já tem", explica Viktor Mayer-Schoenberger, pesquisador de internet da Universidade de Oxford.

Em outros casos, os robôs do Facebook podem causar conflitos familiares. Foi o que aconteceu com o analista de sistemas Rodolfo Marques. Seu irmão, Diogo, é músico e postou um clipe no Facebook. Mas Rodolfo nem ficou sabendo - só porque, como ele não costumava falar com Diogo pela internet, os robôs deduziram que não se tratava de uma pessoa importante. "Achei que ele não tinha gostado do vídeo", conta Diogo.

O Google também manipula o que você vê na internet: cada pessoa pode receber um resultado diferente para a mesma pesquisa. O buscador usa critérios como o histórico das páginas que a pessoa visitou, o lugar onde ela está e até o navegador que utiliza. Ao todo, o Google aplica mais de 100 variáveis (elas são mantidas em segredo para que outros buscadores não as copiem) para personalizar os resultados.

E isso tem consequências profundas. Numa experiência feita pela Universidade de Londres, os cientistas criaram 3 personagens fictícios, que foram batizados de Immanuel Kant, Friedrich Nietzsche e Michel Foucault - 3 dos maiores filósofos de todos os tempos. Cada personagem usava o Google para fazer pesquisas sobre os próprios livros. A intenção era induzir o site a traçar um perfil psicológico de cada um deles. Deu certo. Depois de alguns dias, o Google começou a gerar resultados completamente diferentes para as mesmas buscas. E isso acontece com todo mundo, todos os dias. A SUPER refez a experiência e obteve resultados parecidos (veja no infográfico).

"Os usuários podem desabilitar a personalização", defende-se Kumiko Hidaka, gerente global do Facebook. O Google também permite isso (veja em abr.io/1IMA como fazer). Mas o que os sites de busca escondem do usuário é só uma parte do problema. Outro, talvez ainda maior, é o que nem eles mesmos conseguem ver.

No fundo da web

Quando você faz uma busca no Google, ele não sai percorrendo a internet inteira à procura da informação que você quer. Seria muito demorado. O Google consulta seu Índex, um acervo com cópias de 46 bilhões de páginas da internet.

É uma enormidade. Mas é muito menos do que realmente existe por aí. Nada do que é postado no Facebook, que tem 750 milhões de usuários e é a maior rede social de todos os tempos, aparece nos resultados do Google. Estima-se que o Google e os demais buscadores só consigam acessar 0,2% de toda a informação realmente contida na rede. Todas as demais páginas, que ninguém sabe exatamente quantas são e onde estão, formam a chamada deep web - a web profunda. Esses sites ocultos ficam escondidos por vários motivos. Se uma página exigir assinatura e for protegida com senha (como sites de jornais e revistas), os robôs rastreadores do Google não conseguem entrar nela, e não a copiam para o Índex. O Facebook bloqueia a entrada dos robôs do Google, pois não quer que seu conteúdo apareça no buscador (o que poderia roubar audiência do Facebook). Também há bases de dados online que não estão em HTML - linguagem que o Google entende.

Se o Google conseguir desbravar a web profunda, a vida vai ficar muito diferente. Não haverá mais sites especializados em busca de hotéis, imóveis, passagens aéreas etc. Você não precisará entrar na página da Receita para saber se liberaram a restituição de imposto - bastará digitar seu CPF no Google - nem acessar o site do plano de saúde para procurar um médico. Tudo isso, e todo o resto, estará no próprio Google.

Ele já tem uma equipe de pesquisadores tentando explorar essa internet perdida. O time é liderado por Alon Halevy, cientista da computação da Universidade de Washington. "Nós desenvolvemos softwares que conseguem encontrar as informações de maneira mais inteligente", diz Halevy. Como? Uma das principais táticas dos robôs do Google é o chute.

Sim, chute. Quando encontra um banco de dados que não entende, o robô começa a procurar vários termos: "apartamento", "conversível" e "lycra", por exemplo. Se a palavra "apartamento" estiver presente, é porque aquele site contém informações sobre imóveis. Se "conversível" funcionar, é porque se trata de uma tabela com preços de carros. E por aí vai. Sabendo do que se trata, o Google consegue adicionar as informações a seu Índex - e colocá-las ao alcance de todo mundo.

O problema é que as informações estão espalhadas pela web de maneira caótica, e achá-las é como descobrir uma agulha num palheiro. "Precisamos de um rastreador mais eficiente", explica a brasileira Juliana Freire, professora da Universidade de Utah. Ela é a criadora do DeepPeep, um projeto que pretende tornar acessíveis todos os bancos de dados da internet.
Com tanta informação perdida ou oculta, a internet ainda está longe de alcançar todo o seu potencial. Ela pode, precisa e vai ficar muito melhor. Enquanto não fica, crie o hábito de ir além dos seus sites preferidos e reserve um tempinho para explorar os cantos da internet que você não conhece. Se Nietzsche, Foucault e Kant estivessem vivos, eles certamente fariam isso.


Por André Gravatá

Para saber mais

The Filter Bubble: What the Internet Is Hiding from You
Eli Pariser, Penguin Press, 2011.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

No-break: Qual usar em seu computador?

Se você sofre com frequentes quedas de energia, ou até mesmo procura melhorar a proteção do seu computador, um No-break pode ser a solução. Mantenha seu computador livre das instabilidades da rede elétrica e evite perder arquivos não salvos devido à falta de energia.

O No-break, que em inglês é conhecido como UPS (Uninterruptible Power Supply), é um equipamento que tem como função principal manter seu computador alimentado em caso de falta de energia elétrica, permitindo que você tenha um tempo extra para salvar seu trabalho, além de oferecer uma proteção adicional contra as instabilidades da rede elétrica.

Já deve ser de seu conhecimento que a qualidade da energia elétrica distribuída no Brasil não é 100% limpa, apresentando diversas distorções e instabilidades que podem acarretar na perda de um equipamento, como o computador por exemplo. Veja alguns tipos de interferências presentes na rede elétrica:

Um No-break, além de manter seu computador ligado tempo o suficiente para que você salve seus arquivos, pode oferecer uma proteção extra contra essas distorções, disponibilizando uma energia mais limpa em sua saída. Mas o nível de proteção e funcionalidade vai depender do tipo do No-break, e em alguns casos ao invés de proteger, pode prejudicar.

Por este motivo, é importante que você conheça como funciona e como um No-break pode ser útil para você, ajudando a decidir por qual modelo terá o melhor Custo x Benefício para seu uso.

Tipos de No-break 

A primeira coisa a ser esclarecida sobre os No-breaks é que eles se dividem em duas classes, os Offline, em que o inversor permanece desativado durante o funcionamento normal da rede elétrica, mas no caso de falta de energia, ele leva um curto tempo para ser ativo, e durante este tempo o computador é desalimentado e pode causar danos como já foi explicado neste artigo do Oficina da Net.

Em modelos Online o inversor permanece ativo e não leva tempo alguma para fazer a troca da fonte de alimentação.

No-break Standby (Offline)

É o mais barato e vendido, comum em computadores pessoais. Ele possui uma chave de transferência programada para selecionar a entrada CA (Corrente Alternada) da rede elétrica como fonte de energia primária. No caso de falta de energia, essa chave comuta para o modo de bateria/inversor para continuar alimentando as saídas.

Neste sistema, o inversor somente é ligado com a falta de energia, por isso é chamado Standby (ou Offline). Entre seus principais benefícios podemos citar o baixo custo, alta eficiência e o tamanho reduzido. Se for de boa construção pode ainda oferecer proteção adequada contra ruídos e surtos provenientes da rede elétrica.

Abaixo você pode conferir o diagrama de funcionamento deste modelo, onde a linha contínua representa a alimentação primária, e a linha tracejada o sistema bateria/inversor utilizado para alimentação do sistema durante a falta de energia.

Esse sistema possui um tempo de comutação de 5 a 10 ms, e normalmente oferece um tipo de onda quadrada na saída.

No-break Linha Interativa (Line Interactive)

Este é o design utilizado frequentemente por servidores de pequenas empresas, web e departamentais. Neste sistema, o inversor de bateria para alimentação CA está sempre conectado à saída do no-break. Desta forma, enquanto houver energia disponível da rede elétrica, o inversor é utilizado para carregar a bateria.

No caso de falha na alimentação de entrada, uma chave de transferência se abre e o inversor é acionado de forma inversa, transformando a energia proveniente da bateria novamente em CA e disponibilizando na saída do no-break.

Como o inversor está sempre ativo, este tipo de sistema oferece um menor tempo de comutação da alimentação, oferecendo um filtro adicional em comparação ao modelo Standby.

Outra característica interessante neste sistema é que ele normalmente possui incorporado um transformador com variação de tap, adicionando um controle sobre a variação da tensão na entrada. Este item é importante, pois sem ele, em ocasiões de baixa tensão na entrada, a função de alimentar a saída seria transferida para a bateria diversas vezes, sem que seja necessário, podendo causar uma falha mais facilmente. Com este sistema, o inversor trabalha de tal forma que permita que a energia da entrada continue alimentando a saída, mesmo com baixa tensão.

Seus principais benefícios são os altos níveis de eficiência, tamanho reduzido, baixo custo e principalmente a alta confiabilidade, unido com a capacidade de corrigir defeitos provenientes da rede elétrica.


O tempo de comutação deste modelo fica em torno de 2 a 4 ms.

No-break Standby-Ferro Ressonante

Certa época, o no-break standby-ferro ressonante era muito utilizado para faixas de pontência de 3 a 15 kVA. Este modelo utiliza um transformador especial de saturação que possui três enrolamentos (bobina). O circuito de energia primário vai da entrada CA até a saída através de uma chave e do transformador. Caso houver alguma falha na alimentação principal, a chave abre e o inversor passa a alimentar a saída.

Neste modelo de sistema, o inversor encontra-se em standby, e é energizado somente na ocasião de falha de energia, e como dito anteriormente, tal intervalo de tempo pode ser prejudicial ao computador.

O transformador utilizado neste modelo possui uma capacidade especial de ferroressonância, que fornece regulação de tensão limitada e correção da onda de saída. O isolamento dos transitórios da alimentação CA fornecido por ele é tão bom ou melhor que qualquer filtro disponível, porém o transformador cria em si mesmo severas distorções chamadas harmônicos, o que pode ser pior que uma rede elétrica deficiente.

Outro fator contra o Ferro Ressonante é a grande quantidade de calor gerado pelo transformador ineficiente, além de ser grande em relação aos modelos Standby normais.

Os pontos fortes dele são sua alta confiabilidade e excelente filtragem, porém combinados com baixo nível de eficiência energética e instabilidade ao ser utilizado com fontes que possuem correção do fator de potência (PFC). A união destes aspectos não torna este modelo muito popular.

No-break Online Dupla Conversão

É o tipo mais comum de no-breaks, utilizado para faixas superiores a 10 kVA. Se assemelha ao funcionamento do Standby, porém o circuito de energia primário é na verdade o inversor no lugar da rede CA.

Neste sistema, a interrupção da energia da rede elétrica não provoca a ativação da chave de transferência, isso porque a alimentação da entrada está carregando a bateria, que por sua vez fornece alimentação ao inversor de saída. Por este motivo, no caso de falta de energia, não existe um intervalo de tempo para a comutação da fonte de alimentação, visto que está permanentemente alimentando a saída.

O grande problema deste sistema é que o carregador da bateria e o inversor convertem todo o fluxo de energia da carga, resultando em uma baixa eficiência energética e maior produção de calor.

A vantagem deste modelo está na saída de uma senoide perfeita, e oferece um maior nível de proteção entre os no-breaks. Um fator contra é o desgaste constante dos componentes, que reduz a confiabilidade em comparação aos demais modelos, além da baixa eficiência energética que se torna uma parte significativa do custo de um no-break durante sua vida útil.

No-break Conversão Delta

É uma tecnologia desenvolvida para suprir as desvantagens do modelo de Dupla Conversão. Neste sistema sempre existe um inversor que fornece a tensão para carga, porém também está presente um conversor delta adicional, que também fornece energia à saída do inversor.

Durante a falta de energia, o sistema tem um comportamento idêntico ao de Dupla Conversão, mas enquanto houver energia disponível na rede elétrica, ele garante uma maior eficiência energética se comparado ao modelo anterior.

Para entender seu funcionamento, veja a figura abaixo:


O sistema funciona da seguinte maneira, enquanto o No-break de dupla conversão realiza dois trabalhos, o sistema Delta somente realiza um, e de forma mais eficiente.


Formato de saída de onda 

Uma característica importante dos no-breaks, independente do tipo, é o formato de onda da energia disponibilizada por ele. No funcionamento básico de um no-break, o inversor necessita transformar a corrente alternada da rede elétrica em contínua para carregar a bateria, e quando ocorre a falta de energia, essa corrente contínua da bateria é novamente transformada em corrente alternada para alimentar o computador. Para ser mais específico, é necessário transformar a corrente em linha reta e contínua, em novamente uma onda analógica de frequência 60 Hz.

Os no-breaks mais baratos ou certos modelos antigos disponibilizam em sua saída uma onda do tipo quadrada, conhecida pelo termo “square wave”, em que a tensão varia de forma rápida e direta de 220V para -220V, por exemplo. Esse tipo de onda é extremamente prejudicial aos componentes eletrônicos de uma fonte, podendo danificar os aparelhos mais sensíveis.

Outros modelos baratos e mais recentes fornecem um tipo de onda triangular, conhecido por termos como “pseudo-sine wave”, “modified square wave”, “near sine wave” ou “stepped sine wave”, e a variação não ocorre abruptamente como na onda quadrada, levando um intervalo maior para fazer a variação da tensão, sendo um meio termo entre a onda quadrada e a onda senoidal.


Um bom no-break deve disponibilizar na saída um formato de onda do tipo senoidal, que se iguala ao da rede elétrica e não causa nenhum tipo de stress ou dano aos componentes da fonte. Consequentemente, modelos com tipo de onda senoidal são mais caros e encontrado na grande maioria das vezes em modelos Online.

Assim como explicado anteriormente, o tipo de onda gerado pelo no-break não possui relação com o modelo do mesmo, seja ele Online ou Offline, etc.. Entretanto, no-breaks de boa construção e marcas conhecidas oferecerão a melhor proteção para seu computador.

No-breaks e outras proteções 

Um ponto importante a ser destacado é que você nunca deve utilizar um estabilizador em conjunto com o No-break, seja entre a rede elétrica e ele ou entre ele e o computador. Um estabilizador é feito para receber um tipo de onda senoidal, e ao receber uma onda quadrada, ele pode danificar tanto o computador quanto o No-break, além é claros dos diversos motivos abordados neste artigo que trata sobre o uso dos estabilizadores.

Se você deseja proteger o No-break, utilize um bom filtro de linha que será suficiente para que seu funcionamento seja o melhor possível.

Conclusão 

Este artigo foi criado com o intuito de auxiliar você na hora de escolher seu no-break, e tal decisão deve ser tomada com calma, pois não adianta você comprar um no-break dos modelos mais completos se em sua região raramente falta energia. Um No-break Standby servirá pois oferecerá filtragem da rede elétrica e nos raros casos de falta de energia os aspectos negativos do mesmo não devem ser considerados como grandes diferenciais.

O mesmo serve para o contrário, se frequentemente falta energia em sua região, você deve optar por um modelo completo, pois ele será utilizado diversas vezes a mais, necessariamente, e um modelo Standby por exemplo prejudicará seu computador devido ao formato de onda.

Data: 24/05/2013

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Microsoft corrige atualização defeituosa e a relança no Windows Update

Posted: 24 Apr 2013 07:50 AM PDT - Caio Alexandre - Via GUIA DO PC

Lembra daquela atualização que causou um colapso em vários computadores espalhados pelo nosso país há alguns dias atrás? A atualização KB2823324, lançada no Patch Tuesday deste mês, causou problemas na versão de 32 bits do Windows 7, impedindo o sistema de ser inicializado devido a um problema no arquivo ntfs.sys, importante para o boot. 

A Microsoft corrigiu o problema causado pela atualização e a relançou como KB2840149, como pode ser visto no anúncio feito pela empresa. Esta atualização faz o mesmo trabalho de corrigir um problema “moderado” que a anterior deveria ter feito sem causar mais problemas para o usuário, ao conflitar com softwares de terceiros aqui no Brasil.

Atualização problemática apareceu no Windows Update, afetou alguns clientes mas foi removida rapidamente após descoberta da falha.

A nova atualização já está disponível para Windows 7, 8, Server 2008, suas respectivas versões de 64 bits e também para o Server 2008 R2. Se o seu computador estiver configurado para baixar e instalar atualizações automaticamente, nada precisará ser feito. O Windows baixará e instalará automaticamente. Se as atualizações são instaladas manualmente, você pode baixar o update diretamente do site da Microsoft

Aproveito para deixar a pergunta para você, usuário do Windows: Seu computador está configurado para baixar atualizações e instalar automaticamente, baixar atualizações mas só instalar com intervenção do usuário, procurar novas atualizações e não baixar, mas notificar ou não baixar e nem notificar sobre novas atualizações? Depois do incidente ocorrido com alguns computadores, há quem tenha receio de deixar a Microsoft fazer o trabalho de atualizar o computador automaticamente. Conte nos comentários.


Fonte: http://www.guiadopc.com.br/noticias/33131/microsoft-corrige-atualizacao-defeituosa-relanca-windows-update.html?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+guiadopc+%28Guia+do+PC%29

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Microsoft garante que o botão INICIAR voltará nas próximas versões do Windows

A Microsoft já está preparando o próximo sistema operacional que irá substituir o recém lançado Windows 8, isso quase todo mundo já está sabendo; falo do Windows Blue.

Por: Rafaela Pozzebon | Data: 17/04/2013 09:18 | atualização: 15:56


A Microsoft já está preparando o próximo sistema operacional que irá substituir o recém lançado Windows 8, isso quase todo mundo já está sabendo; falo do Windows Blue, que de acordo com a própria Microsoft, provavelmente irá trazer de volta a esses sistema o botão iniciar, que ficou ausente no Windows 8.

Sendo assim, o Blue irá permitir que seus usuários tenham acesso ao desktop padrão diretamente, sem a necessidade de ter que passar pela tela Metro. As novas medidas que a Microsoft promete trazer em seu próximo sistema operacional, coincide exatamente com o desejo de alguns usuários em ter neste sistema, recursos que deram certo em versões mais antigas do Windows.


Além destas “novidades”, se assim da pra dizer, a empresa irá oferecer a seus utilizadores melhorias no suporte a multitarefa, com exibição de vários programas em uma mesma tela e uma maior integração do sistema com a plataforma da nuvem da Microsoft, o SkyDrive. O novo sistema operacional Windows Blue já estará disponível a partir de maio, sendo que o seu lançamento oficial ocorrerá no final de 2013.


Fonte: http://www.oficinadanet.com.br/post/10440-microsoft-garante-que-o-botao-iniciar-voltara-nas-proximas-versoes-do-windows?utm_source=Topicos&utm_medium=email&utm_campaign=Topico-24639

sábado, 13 de abril de 2013

Fórum e Blog


Para o pessoal da área de TI e cursa Análise e Desenvolvimento de Sistemas, INDICO dois links para pesquisa e estudo. O Fórum é interessante para você pesquisar e postar. É necessário fazer seu cadastro para ter acesso a todas as páginas e um intercambio com outros colegas do Brasil. O Blog é uma leitura dinâmica e ajudará quem faz ADS. Espero que gostem. Deixem suas opiniões.

Abraços






Link1: http://analise-unopar.forumeiros.com/








Link2: http://analisedesistemasunopar.blogspot.com.br/

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Microsoft divulga solução para problema com atualização do Windows 7

12/04/2013 - 13h00
VIA FOLHA


Três dias após liberar uma atualização de Windows 7 que travou computadores de usuários brasileiros, a Microsoft publicou, nesta sexta-feira, instruções de como desinstalar o pacote e resolver o problema.
Segundo a empresa, o erro acontece quando a atualização de segurança 2823324, criada para resolver uma brecha do sistema, é "colocada lado a lado com certos software de terceiros", sem especificar quais seriam estes softwares.
Na nota publicada em seu blog, ainda afirma que o problema não causa perda de dados nem afeta todos os usuários do Windows 7.
ERRO
Após a instalação do pacote que foi liberado na última terça-feira, usuários relataram que a máquina deixava de iniciar. A animação com o logotipo do Windows chega a ser exibida, segundo relatos, mas volta à etapa zero logo em seguida, ficando em "loop" permanente, e o sistema nunca era acessado.

INCOMPATIBILIDADE
Segundo o especialista em segurança digital Marcos Tupinambá, o erro acontece devido a uma incompatibilidade da atualização com um programa chamado GBPlugin, requerido por alguns sites de bancos para acesso aos serviços on-line ("internet banking").
"Esta incompatibilidade é mais assustadora pois este módulo é utilizado por diversos grandes bancos brasileiros como o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Itaú, Santander", disse Tupinambá à Folha.
"Agora fica, por enquanto, a dura escolha para o usuário entre o importante sistema de segurança dos bancos e a tão importante quanto atualização de segurança da Microsoft."
SOLUÇÃO
Veja como a Microsoft recomenda que o problema seja resolvido:
  • Se a atualização 2823324 já foi instalada, mas o computador ainda não foi reiniciado, há três opções:
Opção 1: Desinstalar manualmente a atualização
  1. No Painel de Controle, abra "Programas" e depois "Atualizações instaladas de modo de exibição"
  2. Selecione "Atualização de Segurança para Microsoft Windows (KB2823324) e clique em "Desinstalar".
Opção 2: Incorporar uma linha de comando de desinstalação num script personalizado

Se vários computadores foram afetados e você quiser rodar um script remotamente para remover a atualização, pode usar o seguinte comando para fazê-lo silenciosamente:

wusa.exe /uninstall /kb:2823324 /quiet /norestart
Opção 3:Rodar um script de remoção remotamente usando PSEXEC

Se vários computadores foram afetados e você quiser rodar um script remotamente para remover a atualização, pode usar o seguinte comando para fazê-lo:

Psexec -d -s \\remotemachine wusa.exe /uninstall /kb:2823324 /quiet /norestart
  • Se a atualização já foi instalada e está impedindo que o Windows seja iniciado, também há três opções:
Opção 1: Recuperar o último ponto de restauração
  1. Pressione a tecla F8 repetidas vezes durante a inicialização
  2. Selecione "Reparar seu computador"
  3. Escolha o idioma and faça login. (Se não souber a senha, precisará iniciar o sistema através de um DVD do Windows ou de um disco de inicialização USB)
  4. Escolha "restauração de Sistema" no menu.
  5. Restaurar o último ponto de restauração. Isso desinstala a atualização de segurança.
  6. Reinicie o computador normalmente
Opção 2: Recuperar o último ponto de restauração
  1. Pressione a tecla F8 a inicialização
  2. Selecione "Reparar seu computador"
  3. Escolha o idioma and faça login. (Se não souber a senha, precisará iniciar o sistema através de um DVD do Windows ou de um disco de inicialização USB)
  4. Selecione "Prompt de Comando" no menu
  5. Na janela do Prompt de Comando, rode o seguinte comando:
  6. dism /image:C:\ /cleanup-image /revertpendingactions
  7. Reinicie o computador normalmente
Opção 3: Desinstalar a atualização de segurança 2823324 pela linha de comando
  1. Pressione a tecla F8 durante a inicialização
  2. Selecione "Reparar seu computador"
  3. Escolha o idioma and faça login. (Se não souber a senha, precisará iniciar o sistema através de um DVD do Windows ou de um disco de inicialização USB)
  4. Selecione "Prompt de Comando" no menu
  5. Na janela do Prompt de Comando, rode o seguinte comando:
  6. dism /image:C:\ /get-packages
  7. Procure nos resultados a atualização 2823324.
  8. Copie o nome do pacote e cole como é mostrado abaixo:
  9. dism /image:C:\ /remove-package /PackageName:Package_for_KB282332431bf3856ad364e35x86~~6.1.1.1
  10. Você vai receber uma mensagem avisando que a desinstalação foi bem-sucedida
  11. Reinicie o computador normalmente


quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Entenda a tecnologia por trás do 4G

AUTOR: Leonardo  Pereira

A essa altura, você provavelmente já sabe que o Brasil trabalha para implantar a telefonia de quarta geração. Na última segunda-feira, 17, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações)  homologou a licitação das faixas de frequência que serão usadas pelo 4G e as que levarão banda larga a áreas rurais. Mas, afinal, o que é uma frequência? E o que o 4G tem a ver com o fim da TV analógica?

Televisões, rádios, telefones móveis, redes sem fio e outros tipos de comunicação dependem de ondas eletromagnéticas para funcionar. A vibração das ondas, dos espectros eletromagnéticos, é definida em uma unidade chamada hertz (Hz), e isso tudo é controlado pela Anatel, que é responsável pela distribuição das faixas.

No Brasil, a TV analógica funciona em 700 megahertz (MHz), frequência que em países como Estados Unidos é usada pelo 4G. Aqui, a quarta geração ficará, inicialmente, na faixa entre 2.500 MHz (ou 2,5 GHz) e 2.690 MHz, mas isso pode não ser bom em termos de qualidade de serviço.

"Quanto mais alta a frequência, maiores são as perdas de propagação, as ondas têm mais dificuldade para penetrar em edifícios ou viajar para mais longe", explica Eduardo Tude, presidente da consultoria Teleco. "Se a frequência é mais alta, as células são menores, então a frequência menor tem menos perda de propagação."

Essa é uma das razões pelas quais as operadoras queriam operar o 4G nos 700 MHz, mas a faixa só será liberada em 2016, quando os canais abertos migrarão de vez para o sinal digital, desligando a TV analógica. Então pode ser que o 4G funcione em duas faixas diferentes, futuramente.

"Enquanto não está livre, utiliza-se outras faixas, entre elas a de 2,5 GHz. Não dá pra trocar o sinal da TV pelo da telefonia, até porque há milhões de TVs com receptores, vai desligar todos? Não há alternativa, tem de esperar a TV digital se difundir", comenta Tude.

Nosso país não está sozinho nessa faixa, pois Rússia, Áustria, Canadá, Colômbia, Dinamarca, Estônia, Finlândia, Alemanha, Hong Kong, Noruega, Arábia Saudita, Cingapura e Suíça também adotaram esse padrão. Além disso, boa parte dos celulares feitos na China - um dos grandes mercados da atualidade - usa as mesmas técnicas de transmissão de dados que o Brasil.

Por aqui é usada tecnologia FDD (frequency-division duplexing, ou duplexação por divisão em frequência), o que significa que a transmissão de voz (ou dados) é separada em duas faixas, uma que vai do aparelho à torre, outra da torre ao aparelho. Em outros países o padrão é o TDD (time-division duplexing, ou duplexação por divisão de tempo); neste caso só há uma faixa para envio e recebimento, mas isso acontece tão rapidamente que não há interrupção na transmissão. Os smartphones feitos pelos chineses, então, possivelmente funcionarão com a rede de quarta geração brasileira, conforme explicado na homepage do Olhar Digital (veja a reportagem).

PromonLogicalis abre 50 vagas de estágio



A integradora de soluções de tecnologia            da informação e comunicação (TIC) PromonLogicalis abriu   as  inscrições  para 50 vagas de estágio.
Podem participar os estudantes dos últimos anos dos cursos de engenharia elétrica, engenharia da computação, engenharia em telecomunicações, ciência da computação, sistemas da informação, análise de sistemas, administração de empresas, economia, ciências contábeis e psicologia.

A empresa também aceitará os dados pessoais dos alunos de cursos técnicos em informática, telecomunicações, redes, eletroeletrônica e sistemas.

A PromonLogicalis oferece para estas vagas uma bolsa-auxílio, assistências médica e odontológica, vale-refeição e reembolso de academia.
As oportunidades estão abertas também a portadores de necessidades especiais e o currículo deve ser cadastrado no site oficial da empresa.


terça-feira, 24 de julho de 2012

BOLHA DOS ANOS 2000


No fim dos anos 90, a internet passou a ser reconhecida pelo mundo como um meio de comunicação sem fronteiras, eficiente e que poderia gerar enormes vantagens competitivas e abrir muitas oportunidade para as empresas. Que a internet é formidável, não há dúvidas; o problema que ocorreu nesta época foi a supervalorização deste meio de comunicação, gerando uma falsa idéia de que o mesmo seria um instrumento que poderia gerar uma quantidade de lucros ilimitada.
Por volta de 1999 começou, de fato, a migração das empresas para o âmbito virtual. Na época, as pessoas acreditavam que o fato de uma empresa ter um website, além de significar status e criar uma imagem mais moderna da mesma, era um passo revolucionário para o novo milênio. Assim, empresas, ONGs e outros tipos de organizações passaram a ter seus próprios espaços na grande rede.
Os recursos que eram destinados a outros setores foram redirecionados para o desenvolvimento de softwares, ferramentas e websites na internet. A questão do e-comerce trazia a imagem de um futuro de lucros absurdos. Um dos maiores símbolos desta febre foi a criação da Nasdaq, uma nova bolsa de valores voltada exclusivamente para a área de tecnologia. Também podemos citar a criação de grandes corporações, como no caso da reunião da America On Line (AOL) e Time-Warner, uma óbvia consequência do momento. Com tudo isso, os preços das ações das empresas “pontocom” explodiram positivamente.
Alguma hora a "bolha" iria estourar. Quando o mundo viu que a internet não era essa fonte ilimitada de lucros e que suas projeções estavam totalmente equivocadas, o preço das ações de empresas que atuavam na internet, que subia constantemente, passou a cair em queda livre, provocando a falência de inúmeras corporações.
Embora o estouro da "bolha" tenha abalado o mercado da internet, grandes empresas, como Google e Yahoo, sobreviveram. Além disso, as organizações que resistiram a tal período souberam tirar proveito da situação, e com os recursos que arrecadaram nos momentos pré-bolha, mesmo diminuídos após a fase crítica, criaram produtos e serviços eficientes a ponto de as colocarem em posições de liderança.
Embora o fenômeno tenha sido sinônimo de prejuízo, a "bolha" dos anos 2000 foi importante para fazer com que a internet tomasse, nos anos seguintes, grande proporções, e de uma forma bem mais sólida. Em 1995, havia cerca de 16 milhões de pessoas on-line. Hoje são 957 milhões de internautas em todo o mundo.
Muitos críticos afirmam que estamos próximos de um estouro de uma nova "bolha". É o caso da chamada Web 2.0, baseada na inteligência coletiva. Um caso que recebe bastante atenção dos especialistas é o Facebook, um dos inúmeros sites de relacionamento presentes na rede. Em outubro de 2007, a Microsoft desembolsou US$ 240 milhões por uma participação de 1,6% no site, o que dá a um simples website um valor de mercado de cerca de US$ 15 bilhões, uma vez e meia o valor de mercado da Embraer, a terceira maior fábrica de aviões do mundo!
Realmente, os sintomas são parecidos aos que ocorreram no início do milênio: imensa onda de especulação, empresas sem modelos de negócio com amplo valor de mercado e extravagância nas negociações financeiras. Resta saber se essa nova "bolha" irá, de fato, estourar. É bom prever para minimizar os prejuízos.



Por Tiago Dantasa