Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Por que o SSD vai destronar o HD comum? [infográfico]

Novos discos de armazenamento dispensam a utilização de peças mecânicas na composição. Será que os HDs comuns serão abandonados?


Alguns novos computadores já começaram a apresentar um novo tipo de armazenamento: os discos de estado sólido (Solid State Drive ou SSD). Há muitos usuários que renegam essa tecnologia por causa do alto custo e das capacidades reduzidas (quando comparadas a HDs comuns), mas é necessário entender as vantagens oferecidas por um modelo que dispensa os processos mecânicos.
Para quem ainda não conhece as máquinas que utilizam SSDs, podemos citar os Macbook Air (notebooks ultrafinos da Apple) ou o Samsung 9 Series (criado para concorrer no mercado dos portáteis ultraleves). E uma informação para quem pensa que apenas empresas de pequeno porte estão fabricando esses componentes: um dos maiores nomes na fabricação de discos sólidos é a Intel.
Sabendo disso, fica claro que o mercado desse modelo de armazenamento está em ascensão. Mas como acontece com grande parte dos produtos que chegam aos consumidores, várias dúvidas sobre os SSDs estão pairando no ar. Aproveite este artigo para sanar as principais incertezas que você possui acerca dos componentes de hardware que, em alguns anos, devem desbancar os HDs na disputa por usuários.

O fim dos processos mecânicos

Discos de estado sólido são fabricados sem partes móveis, ou seja, são peças inteiras que trabalham com componentes estáticos. Diferentemente do que acontece com discos rígidos comuns, eles não utilizam processos mecânicos para a gravação e a leitura de arquivos no disco magnético (HDs funcionam de maneira similar aos toca-discos).
No lugar da agulha e do disco, os SSDs são constituídos por dispositivos de memória Flash. Dessa forma, o processo de escrita e leitura dos arquivos é feito de maneira elétrica, quase instantânea. O motivo para isso é o acesso facilitado do processador aos dados gravados, pois não é necessário dissipar energia com o movimento das faixas magnéticas.

Boot facilitado

Computadores como o Macbook Air podem ser carregados para todos os locais sem a necessidade de desligá-lo. O processo de "acordar" após longos períodos de hibernação é muito rápido, assim como o tempo de boot. Testes da Samsung indicam a inicialização do Windows em 36 segundos para computadores com SSD, e 63 segundos para máquinas com HD.

Resistência contra impactos

Conhece alguém que sofreu perdas de dados por causa de impactos ocorridos com seus computadores? Se não, pelo menos já ouviu alguém reclamando sobre travamentos após pequenas pancadas nos notebooks ou gabinetes dos desktops. Isso acontece por um motivo bastante simples: os HDs são produzidos com discos magnéticos e agulhas (ressaltamos a analogia a um toca-discos).
Quando algum impacto ocorre, essa agulha pode perder-se na leitura e gravação dos dados, fazendo com que o computador trave completamente. Em casos mais sérios, os HDs podem ser inutilizados, pois, em vez de a agulha apenas se perder, ela acaba riscando o disco magnético do componente.
Fonte da imagem: Divulgação/Kingston
Computadores com SSD não sofrem com isso. Sem partes mecânicas na composição do dispositivo, impactos ou grandes sessões de “chacoalhões” não oferecem riscos. Testes da Samsung apontam para resistência contra choques com frequência de mais de 2 mil Hz, enquanto os HDs pararam de funcionar com menos de 400 Hz.
Logicamente, pouca gente precisa utilizar os computadores em situações de tamanha instabilidade, mas o ponto positivo nesse caso é a enorme resistência a impactos, garantindo que os dados não sejam perdidos ou os discos, danificados, evitando também gastos com manutenção e novas peças.

Eficiência energética

O adjetivo que mais tem sido empregado para descrever as novas tecnologias é “verde”. Os dispositivos de memória SSD fazem parte disso, pois são criados para reduzir o consumo energético e garantir melhor eficiência com os recursos que utiliza. Pode-se dizer que com a mesma quantidade de energia é possível fazer muito mais.
O maior benefício trazido por isso é a maior duração das baterias de notebooks. Sem discos rotativos, menos energia é dissipada com o movimento, sendo direcionada para a transmissão de dados entre os componentes do computador (saiba como reduzir o consumo no seu computador).

Em que os HDs são superiores?

Como se sabe, nenhuma tecnologia é perfeita. Hoje, os discos de estado sólido ainda apresentam alguns problemas que impedem esta ferramenta de entrar com força no mercado mundial. É necessário entender que ainda existem alguns pontos em que os discos rígidos tradicionais são superiores. Vamos a eles.

Alto custo por GB

Você deve se lembrar de que o computador já custou mais do que um carro (em 1980, armazenar 1 GB chegava a custar 193 mil dólares). É lógico que o SSD está muito aquém desse valor, mas ainda existe um alto custo para armazenar dados em discos sólidos, principalmente se comparados aos atuais baixos preços dos HDs.
Um disco rígido de 64 GB pode chegar a custar menos de 20 dólares no mercado norte-americano, sendo que discos de 500 GB já podem ser encontrados por menos de 100 dólares. Ao mesmo tempo, um SSD com essas proporções ainda não está sendo produzido comercialmente, devido ao alto custo.

Pouca capacidade e limite de inscrições

Devido aos valores cobrados por esses dispositivos, produzir discos com capacidades elevadas ainda não é vantajoso para as fabricantes. Felizmente o cenário está se modificando aos poucos e hoje já existem alguns SSDs que contam com 256 GB para armazenar arquivos. Outro problema é a limitação dos discos: enquanto HDs podem ser sobrescritos infinitas vezes, SSDs podem parar de apagar dados em determinados setores da memória.
.....
Agora que você já sabe um pouco mais sobre os novos dispositivos de armazenamento, diga se concorda com o Tecmundo quando afirmamos que em poucos anos os SSDs devem destronar os HDs comuns na disputa por mercado.


FONTE: tecmundo - 
Por Renan Hamann

domingo, 10 de abril de 2011

Como funcionam as diferentes memórias quando o computador está em uso

Conheça a trajetória que os dados percorrem no sistema e onde eles são armazenados para serem usados no futuro.


O computador é uma poderosa máquina de armazenamento de dados. Qualquer programa, página da internet ou arquivo aberto fica registrado de alguma forma, em algum local do aparelho. Assim como em nós usuários, a memória é uma das mais bem desenvolvidas funções do sistema.
Mas quando o assunto é a memória virtual, qual é a primeira – e às vezes única – coisa em que pensamos? Sem dúvidas, a RAM é o arquivo de dados mais famoso do sistema. É possível encontrar facilmente essa expressão registrada nas informações a respeito de um computador à venda ou nos requisitos para rodar um jogo ou software.
O que você pode não saber é que a RAM representa apenas um componente de uma série de sistemas responsáveis por acomodar todas as informações digitais necessárias sem perdê-las de vista.
Algumas dessas regiões são termos bastante utilizados no cotidiano da informática, até por usuários menos experientes: cache, ROM, HD, BIOS. Cada uma possui um papel específico e um momento certo para ser utilizada.
A quantidade de setores pode parecer exagerada, mas compensa. Se a máquina precisasse consultar apenas o disco rígido, por exemplo, ele teria que ser bem mais poderoso – e todo o processo seria muito lento.
Para compreender melhor o funcionamento do seu PC, vale a pena conhecer o caminho percorrido pelos dados e em que memórias eles podem se alojar para facilitar o trabalho do processador. O Tecmundo explica quais são e como agem essas memórias enquanto o aparelho está funcionando.

Longa jornada

O fluxo de informações em seu computador é bastante intenso, mesmo que ele esteja em baixo funcionamento. Muitos dados são recebidos pelo processador, que precisa rapidamente se livrar deles para poder receber outro pacote sem sobrecarregar-se.
Para isso, a CPU conta com as diferentes memórias, sempre operando para trafegar os dados o mais rápido possível, em um processo que ocorre em ciclos – e que pode ser resumido da seguinte maneira:
  • O processador necessita de dados que já existem no computador;
  • A memória cache, que tem as instruções mais requisitadas, é o primeiro local consultado;
  • Se a resposta do cache for negativa, a CPU recorre à memória RAM (ou ao disco rígido, caso ela já esteja lotada);
  • Os dados são enfim repassados ao processador, lidos e reescritos em uma das memórias para consultas futuras.

CPU, o ponto de largada

A unidade central de processamento (ou processador) é a parte do sistema responsável por executar as tarefas indicadas pelo usuário. Através de inúmeros cálculos e consultas a dados, é ela a responsável em fazer funcionar o software que você deseja utilizar, por exemplo.

Mas e se você deseja abrir novamente o mesmo programa? Toda a informação teria que ser calculada e processada mais uma vez, gastando um tempo desnecessário e consumindo mais energia da sua CPU. Para isso, ela utiliza as tais memórias espalhadas pelo hardware, sendo que cada uma tem especificidades e alvos determinados.

Cache, a parada rápida

O cache é a memória mais leve e rápida do seu sistema, para onde vão as informações temporárias que precisam ser processadas mais rapidamente. Essa é a primeira opção de abrigo de dados, pois possui comunicação direta ou muito próxima com o processador.
Apesar da eficiência, ele é um espaço de arquivamento relativamente pequeno, sendo medido em KBs ou MBs. Por isso, sua principal função é apenas a de guardar os resultados das operações do processador, que são fornecidos à medida em que ele funciona.

Sua criação partiu justamente da necessidade de abrigar tais resultados sem gastar espaço de outras memórias e obter uma resposta imediatamente após requisitá-la, fazendo com que sua latência seja quase nula. Quando o processador deseja acessar uma informação, lá é o primeiro local de busca. Se o cache a tiver entre seus arquivos (quando ocorre o chamado cache hit), a varredura termina e o dado é executado imediatamente.
O cache é dividido em níveis, de acordo com sua capacidade e proximidade com a CPU. Os dados do nível 1 são menores, porém de fácil acesso (atingindo até mesmo o dobro da velocidade da memória central). No nível 2 não há tanta rapidez, mas a transmissão ainda não é comprometida. As demais camadas seguem o mesmo princípio.
Todas elas estão sempre em uso, mas nem sempre se encarregam de todo o armazenamento. Além disso, não é possível aumentar o tamanho da memória cache sem substituir o processador. Alguns dados são maiores e mais importantes, portanto precisam de uma central de acesso mais dinâmica e poderosa.

RAM, a estação principal

A RAM (memória de acesso aleatório, em tradução literal) permite que você acesse dados de forma não sequencial, além de ser relativamente rápida em comparação ao próximo método. É ela a responsável por guardar algumas informações do sistema operacional, de softwares em uso e os processos em atividade, uma quantidade de dados muito maior do que o cache poderia suportar.
Quando você está jogando, por exemplo, é ela a responsável por acessar as texturas, animações e outros dados contidos para que o game rode sem problemas. É uma enorme quantidade de informação, que utiliza boa capacidade do seu processador e possui uma latência maior que a memória cache.

Seu ponto negativo é o mesmo do cache: é uma memória temporária e volátil, que tem suas informações perdidas quando o computador é desligado. Mas nem toda RAM é capaz de salvar seu computador: isso depende bastante do modelo e também do uso que você faz da sua máquina (jogos ou trabalho, por exemplo). Algumas não são poderosas o suficente para suportar os dados atrabuídos a ela, fazendo com que o processador recorra à outra alternativa.
Os dados que devem permanecer no sistema de qualquer maneira precisam de uma memória que não seja volátil, mas que consiga aguentar um alto fluxo de informações. É aí que entra outra parte vital do computador, o popular HD.

Disco rígido, o ponto final

Armazenar memórias temporárias acaba sendo um trabalho para o HD em último caso, mesmo não sendo essa a sua principal função. Em formato de memória virtual, ele executa e registra os dados de forma mecânica, diferente do método eletrônico das demais, tornando esse processo mais lento.
Nele normalmente estão os arquivos que não são perdidos a cada boot, como músicas e fotos. Eles são acessados com frequência pelo usuário, mas não pedem uma velocidade de leitura tão absurda como os processos do sistema.

Segundo o Terry’s Computer Tips, para efeito de comparação, acessar um dado a partir do disco rígido leva cerca de 0,013 segundos, enquanto o mesmo dado a partir da RAM chega em 0,000.000.01 segundos. Para compensar, o HD possui a maior capacidade entre as memórias citadas anteriormente.
Portanto, esteja atento se o seu computador precisar utilizar o disco rígido para armazenar memória: esse pode ser um sintoma de que seu PC já está saturado de arquivos, fazendo com que a máquina apresente uma forte lentidão e travamentos constantes.
Uma desfragmentação do disco ou a remoção de arquivos e aplicativos que não estão mais em uso pode ajudar nesse caso, mas o ideal é que a máquina nunca atinja esse estado crítico. Quando isso ocorre, o sistema avisa o usuário sobre a situação, para que ele a resolva o mais rápido possível.

E a ROM?

Por não ter a capacidade de armazenar memória constantemente, mas apenas disponibilizá-la para uso, a memória ROM (memória de apenas leitura, em tradução literal) não se encaixa no processo de captação de dados processados mostrado neste artigo. Mesmo assim, vale a pena citá-la, pois a ROM guarda algumas informações vitais de alguns softwares e é bastante requisitada durante o uso do sistema.

Tudo em harmonia

O longo caminho feito por um dado é percorrido constantemente enquanto o computador está ligado. Desse modo, conhecer como a memória do seu computador funciona é um importante passo para uma melhor utilização do sistema.
Agora que você foi apresentado às diferentes formas de armazenamento existentes na máquina, já sabe também da importância em manter sempre a RAM e o HD com espaços livres, para que o funcionamento do computador não seja comprometido por programas ou arquivos em excesso.


sábado, 9 de abril de 2011

Opera Mail: Conheça o serviço de e-mail da Opera Software

Postado: 09 Abril 2011 11:56



A Opera Software (criadora do navegador Opera, obvio!) lançou um serviço de e-mail bem discreto e simples, porém muito agradável de se usar.


Eu particularmente achei muito maneiro. Um serviço de e-mail minimalista, mas peca por não possuir a opção de idioma português, e por falta de algumas opções de personalização, mas é um serviço que está começado ainda e que provavelmente irá evoluir.


Para acessar basta clicar aqui.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Como colocar o ROCKMELT em português



Para quem ainda não conhece, o RockMelt é um navegador especialmente desenvolvido para redes sociais, ele esta em fase Beta, e ainda não esta disponível a todos, para poder usa-lo é necessário uma conta do Facebook e também receber um convite de algum amigo que já tenha o aplicativo instalado.
Independente de você já ter o navegador instalado ou ainda não ter, leia este tutorial, quando você receber o convite certamente ele vai ser útil.

Quando instalar, o navegador encontra-se em inglês, por facilidade de uso e configuração do mesmo, é mais prático coloca-lo em português, para realizar esta tarefa é bem simples, após a instalação você vai ver na parte superior esquerda um menu de opções com o nome RockMelt, clicando no menu, selecione a opção Options:




Na próxima janela, clique na aba Under the Hood e procure por Web Content, em seguida clique na opção Change font language seettings:


Nessa janela tem duas abas, escolha a opção Languages:


Em Spell-checker language selecione o idioma que deseja usar no corretor ortográfico do navegador, no nosso caso vamos selecionar o Português(Brasil)-português(Brasil), certifique-se que a caixaCheck spelling esteja marcada.

Em RockMelt language selecione o idioma desejado que será usado nos menus e caixa de diálogo, caso não seja adicionado automaticamente o idioma usado para ler sites, selecione também o idiomaportuguês(Brasil) clicando em Add, agora clique em OK e reinicie seu RockMelt e veja o resultado:


E você, o que achou deste novo navegador voltado as redes sociais? Compartilhe sua opnião.



quarta-feira, 6 de abril de 2011

RockMelt, o navegador social


Inspirado no Google Chrome, o RockMelt é mais um browser no mercado. Mas para conseguir chamar alguma atenção no concorrido ramo dos navegadores, o RockMelt aposta em um diferencial pouco comum: foco nas redes sociais, conceito que nasceu com o Flock e que nunca pegou.


Recentemente o RockMelt deixou de ser restrito a convidados, foi atualizado e ganhou melhorias interessantes. A maior delas é no upgrade para o código fonte do Chromium 10, a última versão estável do projeto open source no qual o navegador da Google também é baseado.

Ainda em fase de testes, o RockMelt beta 2 ganhou um novo sistema de favoritos. O conceito foi batizado de “View Later” (ver depois, em português), e como o nome sugere, trata-se de um local para guardar páginas interessantes de forma temporária. Os desenvolvedores do RockMelt chegaram a conclusão de que um navegador moderno deve aprender quais são os sites mais visitados e torná-los acessíveis ao usuário, o que deixaria a velha prática de favoritar os sites mais acessados ultrapassada.
O chat, um dos recursos mais utilizados do navegador social, também recebeu melhorias: agora está mais fácil gerenciar várias janelas de bate-papo ao mesmo tempo. Elas são listadas na parte inferior do browser, como se fossem downloads no Google Chrome.
Para completar a lista de mudanças, os desenvolvedores do RockMelt deram atenção especial ao Twitter e desenvolveram um novo cliente para o microblog. De acordo com o blog da equipe de desenvolvimento do navegador, mais de 50% dos usuários estão conectados à rede.
O RockMelt beta 2 também corrige alguns problemas no navegador, como falhas na reprodução de áudio em vídeos no Twitter, melhorias no suporte a feed RSS e maior compatibilidade com temas desenvolvidos para o Chrome.
O RockMelt é gratuito e pode ser baixado daqui, para Windows e Mac OS X. Tudo que você precisa para acessá-lo (se é que você ainda não possui) é de uma conta na maior rede social de relacionamento do mundo, o Facebook. A grande atualização para o o beta 2 está sendo liberada aos poucos e deve estar disponível para todos em algumas semanas.

Via: Baixaki.

FONTE:GUIA DO PC

Amanhã vou postar "Como traduzir para o Português o RockMelt?".
Ótimo Navegador. Eu INDICO.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Computador reinicia sozinho. Por que?


Não importa se você utiliza o Linux, o Windows ou o Mac OS. Todos os sistemas operacionais estão sujeitos a erros. Assim também ocorre com os componentes de hardware, os quais podem apresentar defeitos ou mau funcionamento da noite para o dia.
Acontece que nem sempre um problema gera a queima do componente, assim como nem todas as falhas vão danificar o sistema. Geralmente os computadores vêm configurados para tentar reparar um dano — e evitar outros — através de uma reinicialização.
E é neste quadro que você se encaixa, afinal, é bem provável que você já tenha sido uma vítima dos “resets” aleatórios que não aparentam ter causas justificadas. Para quem já está angustiado com esses problemas de reinicializações infinitas, vamos explicar as principais causas e ajudar com algumas soluções.
As reinicializações podem acontecer a qualquer momento, todavia, analisando o momento em que o PC reinicia, é possível filtrar as possíveis causas do problema. Sendo assim, foi separado nesse artigo três diferentes situações, abaixo as possíveis soluções.
Importante: dicas para o Windows e hardware em geral.

Durante a inicialização do sistema ou do PC

Em teoria, o pior problema que pode acontecer no seu computador é a reinicialização automática antes do carregamento do sistema operacional — não cogitamos aqui a possibilidade de ele nem sequer ligar, pois isto seria bem mais complexo de solucionar.

Problemas de hardware

Caso você esteja passando por este tipo de situação, deve analisar se você realizou a instalação de algum componente recentemente. Ao adicionar um novo item de hardware, é importante verificar se ele está devidamente encaixado (algumas placas-mãe possuem travas, as quais devem trocar de posição quando a placa é instalada).




Além disso, você precisa averiguar se a placa-mãe está limpa, pois se houver poeira no slot, o novo item de hardware pode não ter total contato com a placa. Também é importante verificar se o novo componente não necessita de energia extra, porque se for o caso, ele pode exigir energia excessiva da placa-mãe, a qual vai mostrar que há um problema através da reinicialização automática.
Para quem não instalou novas placas no PC, é preciso partir para testes mais rigorosos com os componentes que já estavam presentes no computador. Normalmente, os problemas são mais comuns no disco rígido ou na memória. Portanto, verifique se a BIOS do seu computador está detectando corretamente o HD e a quantidade de memória instalada.
Detalhe: se o seu computador reiniciou e repentinamente começou a apitar, pode significar que a memória RAM está com problema. Confira no manual da sua placa-mãe se o som emitido é referente a este problema ou outro defeito.
Caso seu disco não tenha sido detectado ou se a quantidade de memória estiver errada, abra o gabinete e verifique se os cabos do disco estão devidamente conectados e se os módulos de memória estão bem encaixados. Depois de analisar a conexão do cabo do HD, tente utilizar outro cabo, para verificar se não é este o problema. No caso dos módulos de memória, pode ser interessante tentar trocá-las de slot.
Analisando o funcionamento do HD
Atenção: após testar a memória em outro slot e verificar que o erro persistiu, retorne os módulos para os slots iniciais, pois se sua placa suporta configurações dual ou triple channel, é melhor que a memória esteja instalada nos slots corretos para você obter o mais alto desempenho.
Nota: você ainda pode testar seu HD em outro PC, para verificar se ele está sendo detectado e operando normalmente. Havendo esta possibilidade, aproveite para tentar iniciar o Windows. Caso ele carregue normalmente, significa que o sistema pode estar em conflito com algum componente de hardware. Não é recomendado testar a memória RAM em outra máquina, pois, se ela estiver danificada, pode estragar o computador.

Um teste de memória seguro

Algumas fabricantes, como a HP, enviam softwares de diagnósticos para serem utilizados sem a necessidade de um sistema operacional. Estes aplicativos podem ser acessados logo na primeira tela que aparece ao ligar o PC e geralmente são acessíveis com uma tecla-chave, que pode ser “Esc”, “F10” ou uma das outras teclas funções. Se a sua máquina contar com um programa do gênero, execute-o e aguarde para saber se não existem problemas críticos.
Os usuários que montaram o próprio computador ou compraram em alguma loja de informática também podem executar testes de diagnóstico para a memória. Evidentemente, como o Windows não está inicializando, você pode aproveitar o famoso Ubuntu para efetuar esta análise. Veja como:
  1. Baixe a versão mais recente do Ubuntu e grave-a num DVD;
  2. Configure a BIOS para seu computador inicializar a partir da unidade ótica;
  3. Na tela de opções do Ubuntu você deve selecionar “Teste de Memória” ou “Memory Test”;
  4. Testar memória
  5. Siga as instruções e aguarde até que o teste seja concluído;
  6. Caso algum erro seja apresentado, significa que um dos módulos de memória pode ter um defeito físico ou interno. Neste caso aconselha-se a substituição do componente.
Nota: o disco do Windows Vista e do Windows 7 também possuem ferramentas para diagnosticar a memória RAM. Para acessar este aplicativo basta inserir o CD e escolher o item "Reparar o sistema".
Diagnóstico de memória do Windows

Problemas do sistema

As soluções na parte de hardware não deram certo? Então pode ser que o problema seja no seu Windows. Para começar a analisar os problemas, você deverá averiguar se existe a possibilidade de inicializar através do modo de segurança. O procedimento é simples:
  1. Após ligar o computador, fique atento quando a tela de introdução (que geralmente exibe uma logo ou informações sobre o PC) sumir. Logo após, pressione a tecla “F8”;
  2. Algumas opções devem aparecer na tela. Selecione o item “Iniciar o Modo de Segurança com Rede” para carregar o Windows com a menor quantidade de recursos possível;
  3. Caso o Windows inicialize, você deverá seguir os passos indicados no número 6, do contrário, continue realizando os itens a seguir;
  4. Como o Windows não carregou no “Modo de Segurança”, você deve tentar o item “Últimas Configurações Válidas” e “Modo de Depuração”;
  5. Se o Windows iniciou corretamente, siga as instruções abaixo, do contrário, pule para o tópico “Problemas de formatação”;

    Após executar o Windows no “Modo de Segurança”, tente reiniciar o computador para averiguar se o problema foi corrigido. Caso não tenha sido, acesse novamente o “Modo de Segurança” e execute os seguintes passos:

  6. Clique com o botão direito sobre o ícone “Computador” e escolha “Propriedades”;
  7. No lado esquerdo da janela aberta há o item “Configurações Avançadas do Sistema”. Clique nele para abrir a janela com as “Propriedades do Sistema”;
  8.  Certifique-se de estar na aba “Avançado” e então clique no botão “Configurações...” na seção “Inicialização e Recuperação”;
  9. Desmarque a caixa “Reiniciar Automaticamente”.
Isto deve solucionar o problema de reinicialização, entretanto não significa que seu computador vai funcionar normalmente. Pode ser que o Windows agora apresente uma tela de erro com um código alfanumérico. Se isto acontecer, você pode aproveitar o erro fornecido pelo sistema para pesquisar qual problema está impedindo a inicialização do sistema.
Vale salientar que os passos acima não garantem que seu computador esteja livre de reinicializações aleatórias. Pode acontecer de que a própria BIOS esteja ativando o reset, de modo que você terá de pesquisar se outros usuários já tiveram problema semelhante com a placa-mãe em questão.

Problemas de formatação

Se você chegou a esta etapa, significa que o problema de reinicialização no seu computador está relacionado a alguma partição do disco rígido. Note que você eliminou boa parte dos erros ligados diretamente à parte de hardware e também tentou, de muitas maneiras, carregar o sistema operacional com modos alternativos.
Como nada solucionou, conclui-se que o erro do seu computador está ligado a algum problema de formatação ou de falta de arquivos críticos para a inicialização do Windows. Para solucionar as reinicializações constantes você tem duas opções. A primeira é tentar restaurar o sistema operacional com o disco de instalação.
A segunda é efetuar um backup (seja usando outro sistema para gravar os dados em uma mídia externa ou instalando seu HD em outro PC) dos documentos principais para poder formatar a máquina.
Faça um backup antes de formatar

Durante uso normal

Uma parte considerável das reinicializações aleatórias não são tão aleatórias. Em geral, elas ocorrem no dia a dia e quase sempre estão relacionadas a problemas ocasionados pelo próprio usuário.

Unidades externas

A utilização de um mesmo dispositivo externo (como um pendrive ou um HD removível) em diversos computadores pode acarretar na transmissão de vírus e de outras pragas que não são agradáveis. Para certificar-se de que suas unidades de armazenamento portáteis estão sempre limpas é importante efetuar verificações com softwares de segurança confiáveis.
Evidentemente, esta dica é válida até para usuários que não estão enfrentando problemas com reinicializações aleatórias, mas caso você seja uma vítima do reset automático do Windows, deve ficar ainda mais ligado. Vale salientar, no entanto, que só conectar um pendrive na porta USB não deve gerar problemas, mas ao executar algum vírus seu PC estará sujeito a pragas diversas.
Ótimo condutor de pragas
Sabemos que existem casos em que os vírus se espalham com a função “autorun”, não necessitando de nenhuma ação por parte do usuário. Assim como também é possível que o Windows não chegue nem a ler o pendrive e um reboot já seja ativado. Por que ocorre isso? Quando o problema não é um vírus presente em algum arquivo da unidade externa e também não é na “Reprodução Automática” deste dispositivo, o defeito pode estar na porta USB.
Como assim? A porta USB não é simplesmente um buraquinho onde vai encaixado um negócio que passa seus arquivos. Tanto a porta USB quanto o conector USB (do dispositivo em questão) possuem contatos elétricos, os quais transmitem energia e dados.
Sendo assim, quando algum problema físico existe na conexão USB, o computador é reinicializado instantaneamente, pois a máquina é preparada para evitar curtos-circuitos que podem acarretar em danos mais sérios.

Mais problemas no disco rígido

O sistema operacional estar carregando normalmente não significa que sua unidade de armazenamento principal está 100%. Inclusive, com o uso constante do PC é normal que o HD apresente desgastes diversos, pois ele é uma das poucas partes mecânicas do computador. Sendo assim, pode acontecer de o disco rígido ter sofrido algum dano em determinada região, o que torna os dados inacessíveis ao sistema operacional.
E isto pode acarretar em uma atividade já esperada: a reinicialização. Corrigir problemas físicos do HD não é possível, todavia, existe a possibilidade de vasculhar por erros nos dados. O próprio Windows possui uma ferramenta (a famosa Verificação de Erros) para realizar este reparo e geralmente não é necessário um software avançado. Confira como realizar o procedimento no Windows 7:
  1. Acesse o item “Meu Computador”;
  2. Clique com o botão direito sobre a unidade em que deseja buscar por problemas e escolha “Propriedades”;
  3. Propriedades
  4. Vá para a aba “Ferramentas” e clique em “Verificar Agora”;
  5. Verificar agora
  6. Marque as opções “Corrigir erros de sistema de arquivos automaticamente” e “Buscar por setores defeituosos e tentar recuperá-los”;
  7. Buscar e corrigir erros
  8. Clique em “Iniciar” e aguarde até que o processo seja concluído.

Programas ou drivers corrompidos

Caso o seu disco rígido não tenha apresentado falhas, você deve começar a suspeitar dos softwares que tem utilizado. Apesar de o Windows não costumar abrir arquivos corrompidos, pode acontecer de que algum aplicativo possa ser executado normalmente e, quando alguma dependência seja aberta, um erro inesperado aconteça.
Assim também ocorre com drivers corrompidos, os quais nem sempre apresentam problemas críticos. Acontece que se o sistema tenta utilizar alguma função de um determinado componente e o driver correspondente apresenta algum defeito, o sistema pode reinicializar o computador por presumir que o problema seja no item de hardware.
Atualizando drivers com o Device Doctor
Para solucionar o problema com drivers corrompidos, uma reinstalação deve ser suficiente. Claro que você teria de saber qual componente está com o software corrompido e, como nem sempre isso é simples de descobrir, a reinstalação de todos os drivers é recomendada. Você também pode utilizar um programa de diagnóstico.Confira aplicativos que buscam por drivers atualizados.

Erros no registro e nos arquivos do sistema

Como estamos analisando possíveis erros do sistema, não poderíamos deixar de pensar no registro e nas bibliotecas do Windows. Com a instalação e desinstalação de diversos aplicativos é comum que o registro do sistema sofra diversas alterações. E justamente em decorrência disto é que aparecem problemas, os quais acarretam na instabilidade do sistema.
Para restaurar o estado padrão do registro e solucionar problemas referentes às DLLs (as famosas bibliotecas do Windows) é recomendável restaurar o sistema. Os usuários que sempre seguem a dica do Baixaki de criar pontos de restauração não devem ter problemas para realizar esta etapa.
Restauração do sistema
Já quem não costuma salvar o estado do registro antes de instalar novos softwares terá de apelar para uma restauração automática. A realização deste procedimento é simples, sendo preciso apenas acessar o item Restauração do Sistema, presente no Menu Iniciar, dentro da pasta Acessórios, na subpasta Ferramentas do Sistema. Depois basta seguir as instruções fornecidas para tentar corrigir o erro de reinicialização aleatória.
Se preferir, acesse "Dicas do Windows 7: aprenda a configurar a restauração do sistema" para saber mais detalhes.

O vírus aperta o botão reset

Usuários que não utilizam softwares de segurança estão propensos a terem suas máquinas contaminadas com todos os tipos de pragas na internet. Pode parecer mentira, mas muitos vírus e malwares vêm programados para reiniciar o PC propositalmente. A solução é óbvia: instalar um antivírus bom para varrer o sistema em busca de pragas diversas.
Nesta etapa você pode escolher o antivírus que achar mais conveniente. A maioria dos softwares gratuitos do gênero são capazes de detectar os vírus mais perigosos, portanto, seu PC dificilmente sofrerá com pragas que reiniciam a máquina a todo instante. Vale ressaltar que se você tiver certeza absoluta de que seu computador está infectado e não conseguir remover os malwares, uma formatação é recomendada.

Durante a jogatina ou execução de softwares robustos

Quem possui um computador de configurações poderosas está mais sujeito a problemas diversos, isso porque existem componentes de hardware mais modernos e jogos que exigem potencial de todas as peças. Pessoas com PCs equipados para jogos podem experimentar quaisquer um dos problemas citados acima e ainda alguns que vamos lembrar abaixo.

Superaquecimento

Talvez você não tenha montado seu computador, contudo, se você já teve curiosidade algum dia e abriu o gabinete, deve ter notado que existe um cooler bem grande instalado no seu processador e outro na placa de vídeo. Pois bem, estes ventiladores de tamanho avantajado nem sempre fazem muito barulho, pois são fabricados para produzir o mínimo de ruído.
Somente escutando o som da ventoinha já é possível ter uma ideia se tudo está funcionando como deveria. Muitos dos novos coolers vêm programados para atuar automaticamente, não necessitando de ajustes manuais. Isto significa que o ventilador vai fazer mais barulho quando há um problema de superaquecimento.
Poeira pode gerar u superaquecimento
Apesar de o processador e a placa de vídeo possuírem alta qualidade e não apresentarem defeitos com frequência, pode acontecer que um deles superaqueça. E com o ruído excessivo do cooler pode ser fácil detectar tal problema. Claro que este não é o melhor método para averiguar se este é o problema que está causando os rebootsconstantes, portanto, recomendamos uma análise de temperaturas com programas específicos para tal atividade.
Existem diversos aplicativos que realizam o monitoramento de temperaturas, mas caso você queira experimentar um software leve e funcional, recomendamos o HWMonitor. Com este programa é possível ficar de olho nas temperaturas da placa de vídeo e do processador. Além disso, você pode verificar a velocidade de rotação dos coolers e a freqüência da CPU.
Não deixe sua CPU queimar!
Evidentemente, é preciso averiguar estes valores no estado normal do computador e posteriormente com a execução de jogos. Depois de comparar as temperaturas, velocidades e demais dados, você poderá ter ideia de qual componente está com problema. Caso você tenha outras peças para testar, recomendamos que o faça, pois assim você pode se certificar de qual é o problema exato e tentar corrigi-lo em breve.
A detecção de um problema é muito complexa, ainda mais que no caso de um PC com placa de vídeo robusta, diversas peças utilizam mais energia do que de costume. Isto significa que um problema de superaquecimento pode ser gerado por peças que requisitam mais corrente do que a fonte consegue fornecer. Sendo assim, você também deve procurar se informar sobre a real potência de sua fonte de alimentação, porque uma sobrecarga pode gerar maiores complicações.

Dicas finais

Talvez você ainda não tenha conseguido resolver os problemas de reinicialização, portanto uma solução radical deve acabar com suas dores de cabeça. A dica final é a formatação, que deve acabar com qualquer defeito do sistema e de drivers. Depois de limpar seu PC completamente é recomendada a instalação dos programas e drivers mais recentes, para que novos erros não apareçam tão cedo.
E por último, mas não menos importante, a aquisição de um computador novo. O que não é uma solução viável, nem mesmo uma dica imprescindível, afinal, você possivelmente já deve estar com raiva do seu PC e com certeza já havia pensado nesta hipótese que custa uma quantia significativa. Aliás, esta última "solução" não deve ser levada a sério, afinal, estamos aqui para proporcionar soluções, não incentivar a desistência.
Você conseguiu solucionar seus problemas? O PC ainda continua reiniciando? Deixe um comentário, quem sabe outros já passaram por situações semelhantes.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Ubuntu 11.04 beta 1: Baixe agora


Cumprindo o cronograma, a Canonical liberou há pouco o primeiro beta do Ubuntu 11.04, também conhecido como Natty Narwhal. Essa versão do sistema traz mudanças importantes e deixa um gostinho do que está por vir em abril, quando o novo Ubuntu será lançado.
A aposta da empresa africana para Natty Narwhal é no Unity como interface gráfica padrão. Lançado em outubro passado com o Ubuntu Netbook Edition, o Unity é um novo ambiente desenvolvido pela Canonical e otimizado para telas pequenas. A interface recebeu alguns ajustes, ganhou novos recursos e foi “promovida” a edição principal do sistema, para desktops.
Uma novidade interessante e que merece destaque é a possibilidade de testar programas sem precisar instalá-los no computador. Basicamente, basta clicar em um botão para que o aplicativo seja aberto na tela da sua máquina. O programa, na verdade, é executado em um servidor remoto, e para que o recurso funcione de forma satisfatória é necessário possuir uma boa conexão com a Internet. No momento, apenas alguns programas da Central de Software do Ubuntu estão disponíveis para “test drive”. Esperamos que o catálogo seja ampliado até a versão final do sistema.
Anote em sua agenda: o Ubuntu codinome Natty Narwhal, ou simplesmente 11.04, deve ser lançado no dia 28 de abril. Antes disso, porém, uma segunda e última versão de testes (beta 2) está agendada para o dia 14 de abril.
Atualmente a última versão estável do Ubuntu é a 10.10, que pode ser baixada gratuitamente do site da Canonical, via torrent ou servidor HTTP, em versões para desktop, servidor e netbook — por pouco tempo, já que a edição será extinta com o Natty Narwhal.
Informações e imagens: Softpedia.

Windows 9 chega em 2015, com versão de 128 bits e interface em 3D

A Microsoft nem lançou o Windows 8 e já está preparando as novidades do Windows 9. O novo sistema operacional, que deve vir em janeiro de 2015, traz novidades que, para nós, parecem ser impressionantes. A versão de 32 bits será finalmente extinta, dando lugar às versões de 64 e 128 bits. 
Intel e AMD já estão trabalhando nesses processadores e a previsão é que eles sejam lançados ainda em 2013, para que o mercado possa se adaptar. As duas fabricantes esperam distribuir esses chips com controladores de memória integrados, capazes de suportar o novo padrão DDR4 e as novas instruções SSE 5, afirmam os engenheiros.
Sabendo do avanço da tecnologia das telas de três dimensões, a gigante de Redmond aproveitou o embalo e afirmou em nota pública que desenvolverá uma interface em 3D para o Windows 9. “O Windows 9 será como o Windows 7 e 8, mas ainda melhor. Queremos dar uma rica experiência de uso ao usuário”, declarou Steve Ballmer, presidente executivo da Microsoft. Ainda não se sabe exatamente como essa tecnologia funcionará, mas um óculos será vendido junto com o Blu-ray de instalação.
Outros detalhes envolvem o número de edições disponíveis (serão apenas três: Home, Professional e Corporate) e um sistema baseado na nuvem, ainda mais integrado com os serviços Windows Live. Kevin Turner, COO da Microsoft, informa: “Estamos começando a trabalhar na próxima versão, a qual chamamos preliminarmente de Windows 9. Estou muito animado sobre o trabalho feito até então. A capacidade de poder ser simples, ser mais eficiente, aproveitar as novas tecnologias, todos esses cenários se unem para se tornar uma grande plataforma”.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Placa-mãe antiga - Principais características (Para Estudos)

Também conhecida como "motherboard" ou "mainboard", a placa-mãe é, basicamente, a responsável pela interconexão de todas as peças que formam o computador. O HD, a memória, o teclado, o mouse, a placa de vídeo, enfim, praticamente todos os dispositivos, precisam ser conectados à placa-mãe para formar o computador.

Visão geral das placas-mãe
As placas-mãe são desenvolvidas de forma que seja possível conectar todos os dispositivos quem compõem o computador. Para isso, elas oferecem conexões para o processador, para a memória RAM, para o HD, para os dispositivos de entrada e saída, entre outros.
A foto a seguir exibe uma placa-mãe. Trata-se de um modelo Soyo SY-KT880 Dragon 2. As letras apontam para os principais itens do produto, que são explicados nos próximos parágrafos. Cada placa-mãe possui características distintas, mas todas devem possibilitar a conexão dos dispositivos que serão citados no decorrer deste texto.
Foto de uma placa-mãe Soyo SY-KT880 Dragon 2
Item A - processador
item A mostra o local onde o processador deve ser conectado. Também conhecido como socket, esse encaixe não serve para qualquer processador, mas sim para um modelo (ou para modelos) específico. Cada tipo de processador tem características que o diferenciam de outros modelos. Essas diferenças consistem na capacidade de processamento, na quantidade de memória cache, na tecnologia de fabricação usada, no consumo de energia, na quantidade de terminais (as "perninhas") que o processador tem, entre outros. Assim sendo, a placa-mãe deve ser desenvolvida para aceitar determinados processadores. A motherboard vista acima, por exemplo, é compatível com os processadores Duron, Athlon XP e Sempron (todos da fabricante AMD) que utilizam a forma de conexão conhecida por "Socket A". Assim sendo, processadores que utilizam outros sockets, como o Intel Pentium 4 ou o AMD Athlon 64 não se conectam a esta placa.
Por isso, na aquisição de um computador, deve-se escolher primeiro o processador e, em seguida, verificar quais as placas-mãe que são compatíveis. À medida que novos processadores vão sendo lançados, novos sockets vão surgindo.
É importante frisar que, mesmo quando um processador utiliza um determinado socket, ele pode não ser compatível com a placa-mãe relacionada. Isso porque o chip pode ter uma capacidade de processamento acima da suportada pela motherboard. Por isso, essa questão também deve ser verificada no momento da montagem de um computador.

Item B - Memória RAM
item B mostra os encaixes existentes para a memória RAM. Esse conector varia conforme o tipo. As placas-mãe mais antigas usavam o tipo de memória popularmente conhecido como SDRAM. No entanto, o padrão mais usado atualmente é o DDR (Double Data Rate), que também recebe a denominação de SDRAM II (termo pouco usado). A placa-mãe da imagem acima possui duas conexões (ou slots) para encaixe de memórias DDR.

As memórias também trabalham em velocidades diferentes, mesmo quando são do mesmo tipo. A placa-mãe mostrada acima aceita memórias DDR que trabalham a 266 MHz, 333 MHz e 400 MHz. Supondo que a motherboard só aceitasse velocidades de até 333 MHz, um pente de memória DDR que funciona a 400 MHz só trabalharia a 333 MHz nessa placa, o máximo suportado.

Em relação à capacidade, as memórias mais antigas ofereciam 4 MB, 8 MB, 16 MB, 32 MB, 64 MB, etc. Hoje, já é possível encontrar memórias que vão de 128 MB a 1 GB de capacidade. Enquanto você lê este texto, pode ser que o limite atual já esteja maior.



Item C - Slots de expansão

Para que seja possível conectar placas que adicionam funções ao computador, é necessário fazer uso de slots de expansão. Esses conectores permitem a conexão de vários tipos de dispositivos. Placas de vídeo, placas de som, placas de redes, modems, etc, são conectados nesses encaixes. Os tipos de slots mais conhecidos atualmente são o PCI (PeripheralComponent Interconnect) - item C1 -, o AGP (Accelerated Graphics Port) - item C2 -, o CNR (Communications NetworkRiser) - item C3 - e o PCI Express (PCI-E). As placas-mãe mais antigas apresentavam ainda o slot ISA (Industry StandardArchitecture).
A placa-mãe vista acima possui um slot AGP (usado exclusivamente por placas de vídeo), um slot CNR (usado para modems) e cinco slots PCI (usados por placas de rede, placas de som, modems PCI, etc). A tendência atual é que tanto o slot AGP quanto o slot PCI sejam substituídos pelo padrão PCI Express, que oferece mais recursos e possibilidades.

Item D - Plug de alimentação
item D mostra o local onde deve-se encaixar o cabo da fonte que leva energia elétrica à placa-mãe. Para isso, tanto a placa-mãe como a fonte de alimentação devem ser do mesmo tipo. Existem, atualmente, dois padrões para isso: o ATX e o AT (este último saiu de linha, mas ainda é utilizado). A placa-mãe da foto usa o padrão ATX. É importante frisar que a placa-mãe sozinha consegue alimentar o processador, as memórias e a grande maioria dos dispositivos encaixados nos slots. No entanto, HDs, unidades de CD e DVD, drive de disquete e cooler (um tipo de ventilador acoplado ao processador que serve para manter sua temperatura em limites aceitáveis de uso) devem receber conectores individuais de energia.

Item E - Conectores IDE e drive de disquete
item E2 mostra as entradas padrão IDE (Intergrated Drive Electronics) onde devem ser encaixados os cabos que ligam HDs e unidades de CD/DVD à placa-mãe. Esses cabos, chamados de "flat cables", podem ser de 40 vias ou 80 vias (grossamente falando, cada via seria um "fiozinho"), sendo este último mais eficiente. Cada cabo pode suportar até dois HDs ou unidades de CD/DVD, totalizando até quatro dispositivos nas entradas IDE. Note também que E1 aponta para o conector onde deve ser encaixado o cabo que liga o drive de disquete à motherboard.
Existe também, um tipo de HD que não segue o padrão IDE, mas sim o SATA (Serial ATA), como mostra a figura a seguir.
Foto de encaixes para HDs SATA



Item F - BIOS e bateria

item F2 aponta para o chip Flash-ROM e o F1, para a bateria que o alimenta. Esse chip contém um pequeno software chamado BIOS (Basic Input Output System), que é responsável por controlar o uso do hardware do computador e manter as informações relativas à hora e data. Cabe ao BIOS, por exemplo, emitir uma mensagem de erro quando o teclado não está conectado. Na verdade, quando isso ocorre, o BIOS está trabalhando em conjunto com o Post, um software que testa os componentes de hardware após o computador ser ligado.
Através de uma interface denominada Setup, também presente na Flash-ROM, é possível alterar configurações de hardware, como velocidade do processador, detecção de discos rígidos, desativação de portas USB, etc.
Como mostra a imagem abaixo, placas-mãe antigas usavam um chip maior para o BIOS.
Foto de um chip de BIOS

Item G - Conectores de teclado, mouse, USB, impressora e outros
item G aponta para a parte onde ficam localizadas as entradas para a conexão do mouse (tanto serial, quanto PS/2), teclado, portas USB, porta paralela (usada principalmente por impressoras), além de outros que são disponibilizados conforme o modelo da placa-mãe. Esses itens ficam posicionados de forma que, quando a motherboard for instalada em um gabinete, tais entradas fiquem imediatamente acessíveis pela parte traseira deste. A imagem abaixo mostra um outro modelo de placa-mãe da Soyo, a SY-P4VGM, desenvolvida para o processador Intel Pentium 4, que exibe esses conectores através de outro ângulo:
Em destaque: conectores de dispositivos entrada e saída
A disposição de entradas vista acima é semelhante em toda placa-mãe que segue o padrão ATX. No antigo padrão AT, esse posicionamento é de outra forma e alguns conectores são diferentes.

H - Furos de encaixe
Para evitar danos, a placa-mãe deve ser devidamente presa ao gabinete. Isso é feito através de furos (item H) que permitem o encaixe de espaçadores e parafusos. Para isso, é necessário que a placa-mãe seja do mesmo padrão do gabinete. Se este for AT, a placa-mãe deverá também ser AT. Se for ATX (o padrão atual), a motherboard também deverá ser, do contrário o posicionamento dos locais de encaixe serão diferentes para a placa-mãe e para o gabinete.

I - Chipset
O chipset é um chip responsável pelo controle de uma série de itens da placa-mãe, como acesso à memória, barramentos e outros. Principalmente nas placas-mãe atuais, é bastante comum que existam dois chips para esses controles: Ponte Sul (I1) e Ponte Norte (I2):
Ponte Sul (South Bridge): este geralmente é responsável pelo controle de dispositivos de entrada e saída, como as interfaces IDE ou SATA. Placas-mãe que possuem som onboard (visto adiante), podem incluir o controle desse dispositivo também na Ponte Sul;
Ponte Norte (North Bridge): este chip faz um trabalho "mais pesado" e, por isso, geralmente requer um dissipador de calor para não esquentar muito. Repare que na foto da placa-mãe em que esse chip é apontado, ele, na verdade, está debaixo de uma estrutura metálica. Essa peça é dissipador. Cabe à Ponte Norte as tarefas de controle do FSB (Front SideBus - velocidade na qual o processador se comunica com a memória e com componentes da placa-mãe), da freqüência de operação da memória, do barramento AGP, etc.
Os chipsets não são desenvolvidos pelas fabricantes das placas-mãe e sim por empresas como VIA Technologies, SiS e Intel (esta é uma exceção, já que fabrica motherboards também). Assim sendo, é comum encontrar um mesmo chipset em modelos concorrentes de placa-mãe.

Placas-mãe onboard
"Onboard" é o termo empregado para distinguir placas-mãe que possuem um ou mais dispositivos de expansão integrados. Por exemplo, há modelos que têm placa de vídeo, placa de som, modem ou placa de rede na própria placa-mãe. A motherboard estudada neste artigo possui placa de som (C-Media CMI9761A 6-channel) e placa de rede (VIA VT6103 10/100 Mbps Ethernet) integradas, ou melhor, onboard. Por esta razão, os conectores desses dispositivos ficam juntos às entradas mostradas no item G, visto anteriormente.
A vantagem de se utilizar modelos onboard é a redução de custo do computador, uma vez que deixa-se de comprar determinados dispositivos porque estes já estão incluídos na placa-mãe. No entanto, é necessário ter cuidado: quanto mais itens onboard uma placa-mãe tiver, mais o desempenho do computador será comprometido. Isso porque o processador acaba tendo que executar as tarefas dos dispositivos integrados. Na maioria dos casos, placas de som e rede onboard não influenciam significantemente no desempenho, mas placas de vídeo e modems sim.
As placas de vídeo, mesmo os modelos mais simples, possuem um chip gráfico que é responsável pela geração de imagens. Este, por sua vez, requer memória para tal, principalmente quando trata imagens em 3D. Uma placa de vídeo onboard, mesmo quando acompanhada de um chip gráfico integrado, acaba "tomando atenção" do processador, além de usar parte da memória RAM.
Se um computador é comprado para uso em uma loja ou em alguma aplicação que não requer muito desempenho, a compra de um computador com placa-mãe onboard pode ser viável. No entanto, quem deseja uma máquina para jogos e aplicações mais pesadas deve pensar seriamente em adquirir uma placa-mãe "offboard", isto é, com nenhum item integrado, ou no máximo, com placa de som ou rede onboard.

Finalizando
Existe uma série de empresas que fabricam placas-mãe. As marcas mais conhecidas são: Asus, Abit, Gigabyte, Soyo, PC Chips, MSI, Intel e ECS. Apesar da maioria dessas fabricantes disponibilizarem bons produtos, é recomendável pesquisar sobre um modelo de seu interesse para conhecer suas vantagens e desvantagens. Para isso, basta digitar o nome do modelo em sites de busca. Geralmente, o resultado mostra fóruns de discussão onde os participantes debatem sobre a placa-mãe em questão. A pesquisa vale a pena, afinal, a placa-mãe é um item de importância extrema ao computador.

FONTE: INFOWESTER