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sábado, 16 de abril de 2011

Gmail permite ao usuário criar seus próprios temas

Nova opção do serviço de e-mail da Google já está disponível e é fácil de usar. Confira como incluir sua imagem favorita.


Se nenhum dos temas do Gmail te faz sorrir quando você abre sua caixa de entrada, fique tranquilo. Isso está prestes a mudar. Desde a quinta-feira, 14/4, já é possível criar os seus próprios temas.
Usando fotografias da sua conta no Picasa, você pode customizar o visual da área principal e do cabeçalho das suas páginas no serviço de e-mail da Google. Vale lembrar que já era possível personalizar as cores da página há algum tempo.
Veja abaixo como fazer:
  1. Clique em “Configurações” (no canto superior direito)
  2. Escolha a opção “Temas” e desça até “Criar seu Tema”.
  3. Clique na seta no canto superior esquerdo e escolha a opção “Selecionar” na opção Imagem de Fundo. Lá, você pode escolher uma foto do Picasa ou subir outra da sua biblioteca, além de customizar texto e cores de fundo.
Agora confira algumas dicas sobre o processo:
  • Dependendo da foto que escolher, você talvez precise ajustar as cores do texto para deixar tudo legível. Escolhi uma foto do pôr-do-sol no Havaí de umas férias passadas. Ela ainda precisa de alguns retoques.
  • O Gmail faz seus próprios recortes para fazer a imagem caber no cabeçalho e na barra de ferramentas, por isso uma fotografia de paisagem ou de natureza-morta funcionarão e até fotos instantânea.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Como usar o celular como modem?

Podemos dizer que as principais revoluções tecnológicas dos últimos tempos estão direta ou indiretamente ligadas a Internet. A rede mundial de computadores tem seu inquestionável papel no encurtamento de distâncias e no compartilhamento de conteúdo das mais variadas formas nos diversos segmentos da sociedade. Esse poder da Internet foi potencializado com a terceira geração de tecnologias e padrões para telefonia móvel, ou simplesmente 3G.
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Aos usuários finais o que de melhor pode ser notado nas tecnologias de terceira geração é sua capacidade para transferência de dados. O que na prática se traduz em Internet em qualquer lugar. Com os planos de dados comercializados pelas operadoras o típico usuário de internet em casa e escritórios passou a ter seu próprio ponto de acesso em qualquer lugar com cobertura da operadora. É a conectividade mundial cada vez mais próxima de nós.


Alguns usuários e, mais especificamente, muitos profissionais precisam realizar tarefas que hoje em dia nem mesmo o mais avançado dos smartphones pode executar. Se não for em função da necessidade de maior processamento, pode ser em decorrência de determinado tipo de arquivo, algum software específico ou mesmo o conforto de uma tela maior. Seja por um ou por outro motivo os notebooks ainda estão na ativa e tem coisas que só eles podem executar dentre os equipamentos com maior mobilidade.

Para os usuários de notebook que desejam desfrutar da Internet 3G, as operadoras de telefonia móvel oferecem modems 3G. São aparelhos responsáveis por conectar o computador a rede da companhia. Porém atualmente já existem aparelhos de telefone celular capazes de se conectar a rede de terceira geração e navegar na Internet realizando diversas tarefas como enviar e receber e-mails, se conectar a mensageiros instantâneos e acompanhar as diversas redes sociais. 

O que muito usuário pode não saber é que o aparelho celular compatível com a tecnologia 3G muitas vezes também pode funcionar como celular 3G. Isso com certeza é uma forma de economia e praticidade. Ao invés de comprar um aparelho celular apto ao 3G e também um modem da tecnologia para se conectar a Internet com o notebook (ou até mesmo com o computador de mesa) o usuário pode investir somente em um aparelho que trabalhe das duas maneiras. Essa possibilidade também resolve o problema de transportar diversos equipamentos e dispositivos na bolsa ou a ainda a necessidade de ficar revezando o chip entre modem e o celular.

A técnica de se compartilhar a Internet 3G do telefone com computadores é conhecida como tethering. Essa técnica faz com que o computador se conecte a Internet a partir do sinal da rede 3G recebida pelo aparelho celular. Para que isso ocorra é necessário que o computador se conecte ao celular de alguma forma. Dentre as diversas vias, as utilizadas pelo tethering geralmente envolvem conexões USB, Bluetooth ou Wi-Fi. Quando o telefone celular passa a compartilhar o seu sinal de Internet ele se transforma em um hotspot, ou ponto de acesso.

O tethering geralmente está disponível para celulares com funções mais avançadas. Para saber se o seu aparelho suporta o compartilhamento de Internet 3G consulte o manual do usuário e também informações sobre o sistema operacional do seu dispositivo. Dentre os aparelhos mais conhecidos que contam com a função de compartilhamento 3G estão o iPhone e os aparelhos com o sistema Android. Abaixo seguem algumas dicas para compartilhar a Internet com esses dois sistemas (verifique sempre com a sua operadora se há suporte para esse tipo de funcionalidade e/ou valores adicionais relacionados).

Compartilhar internet no iPhone


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De acordo com o site oficial da Apple “O iPhone 3G e 3GS pode compartilhar uma conexão com USB ou Bluetooth. O iPhone 4 pode compartilhar uma conexão usando Wi-Fi, USB ou Bluetooth”. Dessa forma, para ativar o compartilhamento basta seguir os passos:

  1. Acesse Ajustes > Geral > Rede;
  2. Ative a opção Acesso Pessoal;
  3. Agora basta escolher a opção desejada, USB, Bluetooth ou (no iPhone 4) Wi-Fi.

Caso o compartilhamento seja com um computador e a opção escolhida seja USB, certifique-se de que o cabo esteja devidamente conectado. Bem como para conexões através de bluetooth exige-se que esse esteja ativado (nunca é demais lembrar). Para o compartilhamento entre vários computadores a melhor opção é a Wi-Fi, presente somente no iPhone 4 (de acordo com a Apple). No iPhone 4 modelo GSM é possível o compartilhamento em até três conexões Wi-Fi, três Bluetooth e uma conexão USB. Já no modelo CDMA são suportadas até cinco conexões Wi-Fi, três bluetooth e uma USB. Para interromper o compartilhamento basta seguir os mesmos passos descritos acima e desativar a opção Acesso Pessoal.


Compartilhar internet no Android

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Em dispositivos Android com o sistema 2.2, Froyo, o suporte ao tethering é nativo. Para ativar o compartilhamento siga os passos:

  1. Acesse Configurações > Conexões sem fio e rede >Ancoragem e hotspot portátil;
  2. Nessa tela você pode escolher entre utilizar o cabo USB (certifique-se de estar com o cabo conectado para essa opção) ou a Wi-Fi para realizar a conexão;
  3. Caso a opção seja Wi-Fi aparecerá a tela para configuração do ponto de acesso. Opções como nome da conexão (SSID), tipo de segurança e a senha deverão ser preenchidas.
  4. Salve as opções e seu ponto de acesso está criado.
Compartilhar internet no Android inferior a 2.2

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Já para dispositivos com sistemas inferiores ao Android 2.2 as soluções se resumem a aplicativos que podem ser baixados na Android Market. Para conexões via USB entre seu Android e computador único e também via Bluetooth existe uma aplicação chamada PdaNet. Para essa alternativa, a conexão através de USB necessita de um aplicativo cliente a ser instalado no computador (somente Windows). Mais informações podem ser acessadas no link do aplicativo na Android Market.

Outra opção de aplicativo fácil de utilizar é o Quick Settings, também disponível na loja Android. Esse aplicativo reúne diversas opções e configurações do aparelho, inclusive o compartilhamento de Internet como um hotspot com um simples toque. Vale conferir neste link. Uma busca simples pelo termo tethering retorna diversas outras opções de aplicações para compartilhar o 3G. Para ver basta acessar o link. Vale ressaltar que para o compartilhamento pela USB funcionar com algumas aplicações pode ser necessário ativar o modo de depuração USB em “Configurações > Aplicações > Desenvolvimento > Depuração USB”. Já outros tipos de aplicações requerem o “acesso root” ao aparelho, fique esperto a esse detalhe.

Compartilhar internet em outros Sistemas Operacionais


Em outros sistemas a ideia é a mesma. Geralmente existe no painel de opções ou configurações o atalho para “Rede” e então alguma opção para compartilhamento de Internet ou tethering. Alguns sistemas podem requisitar a instalação de algum driver no computador para conexões via USB, é indicado sempre consultar o manual do seu aparelho para maiores informações.

Considerações sobre o compartilhamento


Agora que seu computador ou notebook já está conectado a Internet através da rede 3G do seu celular algumas considerações muito importantes merecem ser lembradas. A primeira delas é a respeito do consumo dos dados. Sabemos muito bem que as operadoras limitam o tráfego de informação para acessos a Internet por dispositivos móveis. As páginas acessadas pelo celular (versões mobile), normalmente são projetadas para terem menor consumo de bytes ao serem carregadas, assim gerando agilidade e economia de informação trafegada na rede. Porém, o acesso indiscriminado as páginas web pelo computador (que consomem mais dados) através do sinal 3G do celular faz com que o total de bytes do pacote seja consumido, muitas vezes, em alguns minutos. Ainda mais se o compartilhamento esteja sendo feito com mais de um dispositivo. Desse modo, dependendo da sua escolha, a conta chegará muito mais alta no final do mês ou a sua velocidade de acesso será drasticamente reduzida.

Outro ponto importante é a respeito do compartilhamento da velocidade da Internet. Essa será dividida pelos dispositivos que estão acessando simultaneamente a Internet. Caso o celular esteja somente trabalhando como modem, então o computador que está acessando a rede terá disponível toda a banda do sinal (considerando que não esteja sendo realizado acesso simultaneamente pelo celular). Agora, caso o aparelho móvel esteja atuando como um ponto de acesso para vários outros computadores, ou notebooks, então a banda total será compartilhada com todos dispositivos que estejam utilizando a rede para tráfego de dados.

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Versão gratuita do Office Web Apps já está disponível

A partir desta quarta-feira os usuários brasileiros do Microsoft Office poderão obter gratuitamente a versão do Office Web Apps no Hotmail. Com essa nova ferramenta poderão compartilhar, editar, visualizar e criar documentos a partir de uma conexão através da internet, denominada de “computação em nuvem”.

Lançado há apenas seis meses, esse programa já possui mais de 30 milhões de usuários pelo mundo, o Office Web Apps já se encontra disponível em 190 mercados. Você pode estar se perguntando; “como faço para salvar meus documentos depois de pronto?”, fácil, o programa é salvo, ou armazenado no Windows Live SkyDrive, garantindo assim ao usuário acesso a seus documentos de qualquer computador, esteja onde estiver, claro, desde que tenha um computador ligado a internet.

Para se conectar ao Office Web Apps, basta o usuário criar uma conta de Hotmail pelo site que assim poderá acessar todos seus documentos e dados através da própria conta, onde terá acesso ao Word, ao PowerPoint, Excel e o OneNote.

O detalhe importante dessa novidade é que o novo produto torna-se mais eficiente do que alguns programas oferecidos pelos concorrentes, sem problemas de compatibilidade com arquivos do Office como a maior parte de editores online costumam ter e melhor com garantia da própria Microsoft, que garante não ter problemas ao acessar esse novo programa.

Sendo assim, quem quiser se aventurar nessa nova versão é só entrar no site da Microsoft ou do Hotmail e ver como fazer para acessar.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Imo.IM: para reunir todos os comunicadores instantâneos em um único software

Plugin do Chrome é uma boa opção para tornar a experiência da conversa online mais simples.


Leia a matéria na integra

Existem tantos serviços de comunicação instantânea que, às vezes, fica até difícil administrar muitas caixinhas pulando na sua tela o tempo todo. Por isso que esse plugin do Chrome é uma boa opção para tornar a experiência da conversa online mais simples.

Instale a aplicação no seu navegador e clique neste botão para iniciar o programa. Coloque os dados da conta que você quer começar a usar e selecione o programa. Em segundos o plugin vai abrir uma página com a lista dos contatos. Então, clique em "Sign into more accounts". Insira os dados da nova conta que você quer acessar, escolhe o programa e a lista de contatos vai crescer, mostrando também as pessoas disponíveis da outra conta. Com ele você pode acessar o chat do Facebook, MSN, Gtalk, AIM/ICQ, Skype, Jabber ou Yahoo tudo ao mesmo tempo, usando apenas uma aba do navegador. Além disso, o plugin ainda tem um sistema de notificação na barra de Ferramentas, que mostra suas mensagens recebidas em tempo real. E, caso você queira fechar a aba com as listas dos programas, as conversas abertas podem ser acessadas pelo ícone ao lado da barra de URL. A aplicação ainda permite ver um histórico completo das mensagens, com busca pelo nome dos contatos, além de linkar todas as contas para facilitar o acesso.

Prático, não é? Dessa forma você não precisa baixar nenhum software adicional, basta instalar o plugin pela Chrome Store e acessar todos os seus programas de comunicação em um único lugar. Clique no link que acompanha esta matéria e passe a usar o IMO.IM.


DOWNLOADhttps://chrome.google.com/webstore/search?q=imo.IM

Baixe o Internet Explorer 10 e experimente a última versão do browser


Parece que o Internet Explorer quer realmente voltar a brigar com os grandes navegadores da atualidade, Google Chrome e Mozilla Firefox. Isso porque antes de completar um mês do lançamento do Internet Explorer 9 em sua versão final, a Microsoft disponibilizou a primeira versão para teste do Internet Explorer 10.
Como o Internet Explorer 10 possui uma versão para teste, não é recomendado que este seja o seu navegador padrão. Inclusive é mais indicado ser usado somente por desenvolvedores para fazerem experiências e encontrarem problemas no sistema. Tanto que essa versão não possui barra de endereços e não permite que você navegue pela internet, apenas nas páginas de exemplo disponíveis para execução do Internet Explorer 10.


Novidades do IE10
A grande novidade deste navegador são as melhorias no HTML5 e as novas especificações para processar códigos CSS3. Isso significa melhorias na navegação de forma geral, principalmente na questão visual.

O uso do hardware para o processamento de recursos em sites também foi alterado. Isto é, com o Internet Explorer 10 a navegação será muito mais rápida.
Ainda não se sabe quando sairá a sua versão final, mas o navegador será atualizado a cada 12 semanas.

DOWNLOAD - inglês

terça-feira, 12 de abril de 2011

Windows 7 de 32 ou 64 bits? Saiba qual é o melhor para o seu PC

PC World/EUA 11-04-2011
Veja como não errar na hora de fazer o upgrade do sistema operacional utilizando programas gratuitos

Uma pergunta frequenta, encontrada no fórum do Windows, questiona se o usuário deveria fazer o upgrade de seu sistema operacional para versão 32 ou 64 bits do Windows 7. É preciso, antes de mais nada, responder outras duas questões: primeiro, se o computador do usuário é compatível com o Windows 7 (e isso inclui todos os periféricos e programas) e, em seguida, se a máquina tem processador de 64 bits. 


Para saber a resposta da primeira questão, instale e rode o Windows 7 Upgrade Advisor. Este programa gratuito da Microsoft não só vai dizer se é possível instalar a nova versão do sistema operacional, como também o que é preciso mudar se o Windows não puder ser instalado e quais problemas podem acontecer depois de fazer o upgrade.

Software da Microsoft exibe relatório completo dizendo se aprova ou não o sistema

Este mesmo programa pode responder à segunda pergunta. Depois de terminar a análise e mostrar o relatório, observe o topo da janela: se há uma separação entre as abas “Relatório de 32 bits” e “Relatório de 64 bits”, é sinal verde para a segunda versão do Windows 7, já que isso significa que o processador possui essa capacidade. 


Entretanto, há uma maneira mais rápida ainda para saber se o Windows 64 bits é uma opção ou não. Baixe e execute o Securable, software da Gibson Research. Steve Gibson desenvolveu este programa para examinar a CPU e falar sobre as especificações de segurança. E, como bônus, quando o software é aberto, ele mostra de cara um 32 ou um 64.


Fonte: PCWORLD

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Por que o SSD vai destronar o HD comum? [infográfico]

Novos discos de armazenamento dispensam a utilização de peças mecânicas na composição. Será que os HDs comuns serão abandonados?


Alguns novos computadores já começaram a apresentar um novo tipo de armazenamento: os discos de estado sólido (Solid State Drive ou SSD). Há muitos usuários que renegam essa tecnologia por causa do alto custo e das capacidades reduzidas (quando comparadas a HDs comuns), mas é necessário entender as vantagens oferecidas por um modelo que dispensa os processos mecânicos.
Para quem ainda não conhece as máquinas que utilizam SSDs, podemos citar os Macbook Air (notebooks ultrafinos da Apple) ou o Samsung 9 Series (criado para concorrer no mercado dos portáteis ultraleves). E uma informação para quem pensa que apenas empresas de pequeno porte estão fabricando esses componentes: um dos maiores nomes na fabricação de discos sólidos é a Intel.
Sabendo disso, fica claro que o mercado desse modelo de armazenamento está em ascensão. Mas como acontece com grande parte dos produtos que chegam aos consumidores, várias dúvidas sobre os SSDs estão pairando no ar. Aproveite este artigo para sanar as principais incertezas que você possui acerca dos componentes de hardware que, em alguns anos, devem desbancar os HDs na disputa por usuários.

O fim dos processos mecânicos

Discos de estado sólido são fabricados sem partes móveis, ou seja, são peças inteiras que trabalham com componentes estáticos. Diferentemente do que acontece com discos rígidos comuns, eles não utilizam processos mecânicos para a gravação e a leitura de arquivos no disco magnético (HDs funcionam de maneira similar aos toca-discos).
No lugar da agulha e do disco, os SSDs são constituídos por dispositivos de memória Flash. Dessa forma, o processo de escrita e leitura dos arquivos é feito de maneira elétrica, quase instantânea. O motivo para isso é o acesso facilitado do processador aos dados gravados, pois não é necessário dissipar energia com o movimento das faixas magnéticas.

Boot facilitado

Computadores como o Macbook Air podem ser carregados para todos os locais sem a necessidade de desligá-lo. O processo de "acordar" após longos períodos de hibernação é muito rápido, assim como o tempo de boot. Testes da Samsung indicam a inicialização do Windows em 36 segundos para computadores com SSD, e 63 segundos para máquinas com HD.

Resistência contra impactos

Conhece alguém que sofreu perdas de dados por causa de impactos ocorridos com seus computadores? Se não, pelo menos já ouviu alguém reclamando sobre travamentos após pequenas pancadas nos notebooks ou gabinetes dos desktops. Isso acontece por um motivo bastante simples: os HDs são produzidos com discos magnéticos e agulhas (ressaltamos a analogia a um toca-discos).
Quando algum impacto ocorre, essa agulha pode perder-se na leitura e gravação dos dados, fazendo com que o computador trave completamente. Em casos mais sérios, os HDs podem ser inutilizados, pois, em vez de a agulha apenas se perder, ela acaba riscando o disco magnético do componente.
Fonte da imagem: Divulgação/Kingston
Computadores com SSD não sofrem com isso. Sem partes mecânicas na composição do dispositivo, impactos ou grandes sessões de “chacoalhões” não oferecem riscos. Testes da Samsung apontam para resistência contra choques com frequência de mais de 2 mil Hz, enquanto os HDs pararam de funcionar com menos de 400 Hz.
Logicamente, pouca gente precisa utilizar os computadores em situações de tamanha instabilidade, mas o ponto positivo nesse caso é a enorme resistência a impactos, garantindo que os dados não sejam perdidos ou os discos, danificados, evitando também gastos com manutenção e novas peças.

Eficiência energética

O adjetivo que mais tem sido empregado para descrever as novas tecnologias é “verde”. Os dispositivos de memória SSD fazem parte disso, pois são criados para reduzir o consumo energético e garantir melhor eficiência com os recursos que utiliza. Pode-se dizer que com a mesma quantidade de energia é possível fazer muito mais.
O maior benefício trazido por isso é a maior duração das baterias de notebooks. Sem discos rotativos, menos energia é dissipada com o movimento, sendo direcionada para a transmissão de dados entre os componentes do computador (saiba como reduzir o consumo no seu computador).

Em que os HDs são superiores?

Como se sabe, nenhuma tecnologia é perfeita. Hoje, os discos de estado sólido ainda apresentam alguns problemas que impedem esta ferramenta de entrar com força no mercado mundial. É necessário entender que ainda existem alguns pontos em que os discos rígidos tradicionais são superiores. Vamos a eles.

Alto custo por GB

Você deve se lembrar de que o computador já custou mais do que um carro (em 1980, armazenar 1 GB chegava a custar 193 mil dólares). É lógico que o SSD está muito aquém desse valor, mas ainda existe um alto custo para armazenar dados em discos sólidos, principalmente se comparados aos atuais baixos preços dos HDs.
Um disco rígido de 64 GB pode chegar a custar menos de 20 dólares no mercado norte-americano, sendo que discos de 500 GB já podem ser encontrados por menos de 100 dólares. Ao mesmo tempo, um SSD com essas proporções ainda não está sendo produzido comercialmente, devido ao alto custo.

Pouca capacidade e limite de inscrições

Devido aos valores cobrados por esses dispositivos, produzir discos com capacidades elevadas ainda não é vantajoso para as fabricantes. Felizmente o cenário está se modificando aos poucos e hoje já existem alguns SSDs que contam com 256 GB para armazenar arquivos. Outro problema é a limitação dos discos: enquanto HDs podem ser sobrescritos infinitas vezes, SSDs podem parar de apagar dados em determinados setores da memória.
.....
Agora que você já sabe um pouco mais sobre os novos dispositivos de armazenamento, diga se concorda com o Tecmundo quando afirmamos que em poucos anos os SSDs devem destronar os HDs comuns na disputa por mercado.


FONTE: tecmundo - 
Por Renan Hamann

domingo, 10 de abril de 2011

Como funcionam as diferentes memórias quando o computador está em uso

Conheça a trajetória que os dados percorrem no sistema e onde eles são armazenados para serem usados no futuro.


O computador é uma poderosa máquina de armazenamento de dados. Qualquer programa, página da internet ou arquivo aberto fica registrado de alguma forma, em algum local do aparelho. Assim como em nós usuários, a memória é uma das mais bem desenvolvidas funções do sistema.
Mas quando o assunto é a memória virtual, qual é a primeira – e às vezes única – coisa em que pensamos? Sem dúvidas, a RAM é o arquivo de dados mais famoso do sistema. É possível encontrar facilmente essa expressão registrada nas informações a respeito de um computador à venda ou nos requisitos para rodar um jogo ou software.
O que você pode não saber é que a RAM representa apenas um componente de uma série de sistemas responsáveis por acomodar todas as informações digitais necessárias sem perdê-las de vista.
Algumas dessas regiões são termos bastante utilizados no cotidiano da informática, até por usuários menos experientes: cache, ROM, HD, BIOS. Cada uma possui um papel específico e um momento certo para ser utilizada.
A quantidade de setores pode parecer exagerada, mas compensa. Se a máquina precisasse consultar apenas o disco rígido, por exemplo, ele teria que ser bem mais poderoso – e todo o processo seria muito lento.
Para compreender melhor o funcionamento do seu PC, vale a pena conhecer o caminho percorrido pelos dados e em que memórias eles podem se alojar para facilitar o trabalho do processador. O Tecmundo explica quais são e como agem essas memórias enquanto o aparelho está funcionando.

Longa jornada

O fluxo de informações em seu computador é bastante intenso, mesmo que ele esteja em baixo funcionamento. Muitos dados são recebidos pelo processador, que precisa rapidamente se livrar deles para poder receber outro pacote sem sobrecarregar-se.
Para isso, a CPU conta com as diferentes memórias, sempre operando para trafegar os dados o mais rápido possível, em um processo que ocorre em ciclos – e que pode ser resumido da seguinte maneira:
  • O processador necessita de dados que já existem no computador;
  • A memória cache, que tem as instruções mais requisitadas, é o primeiro local consultado;
  • Se a resposta do cache for negativa, a CPU recorre à memória RAM (ou ao disco rígido, caso ela já esteja lotada);
  • Os dados são enfim repassados ao processador, lidos e reescritos em uma das memórias para consultas futuras.

CPU, o ponto de largada

A unidade central de processamento (ou processador) é a parte do sistema responsável por executar as tarefas indicadas pelo usuário. Através de inúmeros cálculos e consultas a dados, é ela a responsável em fazer funcionar o software que você deseja utilizar, por exemplo.

Mas e se você deseja abrir novamente o mesmo programa? Toda a informação teria que ser calculada e processada mais uma vez, gastando um tempo desnecessário e consumindo mais energia da sua CPU. Para isso, ela utiliza as tais memórias espalhadas pelo hardware, sendo que cada uma tem especificidades e alvos determinados.

Cache, a parada rápida

O cache é a memória mais leve e rápida do seu sistema, para onde vão as informações temporárias que precisam ser processadas mais rapidamente. Essa é a primeira opção de abrigo de dados, pois possui comunicação direta ou muito próxima com o processador.
Apesar da eficiência, ele é um espaço de arquivamento relativamente pequeno, sendo medido em KBs ou MBs. Por isso, sua principal função é apenas a de guardar os resultados das operações do processador, que são fornecidos à medida em que ele funciona.

Sua criação partiu justamente da necessidade de abrigar tais resultados sem gastar espaço de outras memórias e obter uma resposta imediatamente após requisitá-la, fazendo com que sua latência seja quase nula. Quando o processador deseja acessar uma informação, lá é o primeiro local de busca. Se o cache a tiver entre seus arquivos (quando ocorre o chamado cache hit), a varredura termina e o dado é executado imediatamente.
O cache é dividido em níveis, de acordo com sua capacidade e proximidade com a CPU. Os dados do nível 1 são menores, porém de fácil acesso (atingindo até mesmo o dobro da velocidade da memória central). No nível 2 não há tanta rapidez, mas a transmissão ainda não é comprometida. As demais camadas seguem o mesmo princípio.
Todas elas estão sempre em uso, mas nem sempre se encarregam de todo o armazenamento. Além disso, não é possível aumentar o tamanho da memória cache sem substituir o processador. Alguns dados são maiores e mais importantes, portanto precisam de uma central de acesso mais dinâmica e poderosa.

RAM, a estação principal

A RAM (memória de acesso aleatório, em tradução literal) permite que você acesse dados de forma não sequencial, além de ser relativamente rápida em comparação ao próximo método. É ela a responsável por guardar algumas informações do sistema operacional, de softwares em uso e os processos em atividade, uma quantidade de dados muito maior do que o cache poderia suportar.
Quando você está jogando, por exemplo, é ela a responsável por acessar as texturas, animações e outros dados contidos para que o game rode sem problemas. É uma enorme quantidade de informação, que utiliza boa capacidade do seu processador e possui uma latência maior que a memória cache.

Seu ponto negativo é o mesmo do cache: é uma memória temporária e volátil, que tem suas informações perdidas quando o computador é desligado. Mas nem toda RAM é capaz de salvar seu computador: isso depende bastante do modelo e também do uso que você faz da sua máquina (jogos ou trabalho, por exemplo). Algumas não são poderosas o suficente para suportar os dados atrabuídos a ela, fazendo com que o processador recorra à outra alternativa.
Os dados que devem permanecer no sistema de qualquer maneira precisam de uma memória que não seja volátil, mas que consiga aguentar um alto fluxo de informações. É aí que entra outra parte vital do computador, o popular HD.

Disco rígido, o ponto final

Armazenar memórias temporárias acaba sendo um trabalho para o HD em último caso, mesmo não sendo essa a sua principal função. Em formato de memória virtual, ele executa e registra os dados de forma mecânica, diferente do método eletrônico das demais, tornando esse processo mais lento.
Nele normalmente estão os arquivos que não são perdidos a cada boot, como músicas e fotos. Eles são acessados com frequência pelo usuário, mas não pedem uma velocidade de leitura tão absurda como os processos do sistema.

Segundo o Terry’s Computer Tips, para efeito de comparação, acessar um dado a partir do disco rígido leva cerca de 0,013 segundos, enquanto o mesmo dado a partir da RAM chega em 0,000.000.01 segundos. Para compensar, o HD possui a maior capacidade entre as memórias citadas anteriormente.
Portanto, esteja atento se o seu computador precisar utilizar o disco rígido para armazenar memória: esse pode ser um sintoma de que seu PC já está saturado de arquivos, fazendo com que a máquina apresente uma forte lentidão e travamentos constantes.
Uma desfragmentação do disco ou a remoção de arquivos e aplicativos que não estão mais em uso pode ajudar nesse caso, mas o ideal é que a máquina nunca atinja esse estado crítico. Quando isso ocorre, o sistema avisa o usuário sobre a situação, para que ele a resolva o mais rápido possível.

E a ROM?

Por não ter a capacidade de armazenar memória constantemente, mas apenas disponibilizá-la para uso, a memória ROM (memória de apenas leitura, em tradução literal) não se encaixa no processo de captação de dados processados mostrado neste artigo. Mesmo assim, vale a pena citá-la, pois a ROM guarda algumas informações vitais de alguns softwares e é bastante requisitada durante o uso do sistema.

Tudo em harmonia

O longo caminho feito por um dado é percorrido constantemente enquanto o computador está ligado. Desse modo, conhecer como a memória do seu computador funciona é um importante passo para uma melhor utilização do sistema.
Agora que você foi apresentado às diferentes formas de armazenamento existentes na máquina, já sabe também da importância em manter sempre a RAM e o HD com espaços livres, para que o funcionamento do computador não seja comprometido por programas ou arquivos em excesso.


sábado, 9 de abril de 2011

Opera Mail: Conheça o serviço de e-mail da Opera Software

Postado: 09 Abril 2011 11:56



A Opera Software (criadora do navegador Opera, obvio!) lançou um serviço de e-mail bem discreto e simples, porém muito agradável de se usar.


Eu particularmente achei muito maneiro. Um serviço de e-mail minimalista, mas peca por não possuir a opção de idioma português, e por falta de algumas opções de personalização, mas é um serviço que está começado ainda e que provavelmente irá evoluir.


Para acessar basta clicar aqui.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Como colocar o ROCKMELT em português



Para quem ainda não conhece, o RockMelt é um navegador especialmente desenvolvido para redes sociais, ele esta em fase Beta, e ainda não esta disponível a todos, para poder usa-lo é necessário uma conta do Facebook e também receber um convite de algum amigo que já tenha o aplicativo instalado.
Independente de você já ter o navegador instalado ou ainda não ter, leia este tutorial, quando você receber o convite certamente ele vai ser útil.

Quando instalar, o navegador encontra-se em inglês, por facilidade de uso e configuração do mesmo, é mais prático coloca-lo em português, para realizar esta tarefa é bem simples, após a instalação você vai ver na parte superior esquerda um menu de opções com o nome RockMelt, clicando no menu, selecione a opção Options:




Na próxima janela, clique na aba Under the Hood e procure por Web Content, em seguida clique na opção Change font language seettings:


Nessa janela tem duas abas, escolha a opção Languages:


Em Spell-checker language selecione o idioma que deseja usar no corretor ortográfico do navegador, no nosso caso vamos selecionar o Português(Brasil)-português(Brasil), certifique-se que a caixaCheck spelling esteja marcada.

Em RockMelt language selecione o idioma desejado que será usado nos menus e caixa de diálogo, caso não seja adicionado automaticamente o idioma usado para ler sites, selecione também o idiomaportuguês(Brasil) clicando em Add, agora clique em OK e reinicie seu RockMelt e veja o resultado:


E você, o que achou deste novo navegador voltado as redes sociais? Compartilhe sua opnião.